<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Ponto de Vista</title>
	<atom:link href="http://www.pontodevista.jor.br/blog/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://www.pontodevista.jor.br/blog</link>
	<description>blog Ponto de Vista - Wladymir Ungaretti, Porto Alegre - RS</description>
	<lastBuildDate>Fri, 10 Sep 2010 09:25:12 +0000</lastBuildDate>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3427</generator>
		<item>
		<title>Evandro apagou a luz</title>
		<link>http://www.pontodevista.jor.br/blog/2010/09/evandro-apagou-a-luz/</link>
		<comments>http://www.pontodevista.jor.br/blog/2010/09/evandro-apagou-a-luz/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 10 Sep 2010 09:20:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>WU</dc:creator>
				<category><![CDATA[Fotojornalismo]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.pontodevista.jor.br/blog/?p=3913</guid>
		<description><![CDATA[Não houve choro nem estardalhaço. Mas a pressão embalada em frases do tipo &#8220;Pensa bem, aqui você tem liberdade, melhor ficar&#8221; só serviram para alimentar a angústia. O sofrimento em decidir o futuro se manifestou de maneira devastadora no fotógrafo Evandro Teixeira, 73 anos. Uma dor de barriga o deixou nocauteado por uma semana. Só [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Não houve choro nem estardalhaço. Mas a pressão embalada em frases do tipo &#8220;Pensa bem, aqui você tem liberdade, melhor ficar&#8221; só serviram para alimentar a angústia. O sofrimento em decidir o futuro se manifestou de maneira devastadora no fotógrafo Evandro Teixeira, 73 anos. Uma dor de barriga o deixou nocauteado por uma semana. Só passou quando tomou a decisão mais difícil da carreira: pedir demissão do Jornal do Brasil depois de um &#8220;casamento feliz&#8221; de 47 anos. Desde que o empresário Nelson Tanure anunciou o fim da edição impressa do JB, sufocado em dívidas, uma pergunta martelava a cabeça de Evandro. &#8220;O que é que eu faço agora?&#8221; Nada contra a era digital &#8211; o JB tem agora apenas a versão online. Difícil era continuar vendo o jornal, que já foi um dos maiores do País, se esfarelando.<br />
<a href="http://www.pontodevista.jor.br/blog/wp-content/uploads/evandro-teixeira.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-3914" title="evandro teixeira" src="http://www.pontodevista.jor.br/blog/wp-content/uploads/evandro-teixeira.jpg" alt="" width="200" height="205" /></a></p>
<p>Mesmo para ele, testemunha da lenta agonia do Jornal do Brasil, os últimos dias na sede no Rio Comprido, na zona Norte, foram difíceis. Pairava na redação a ameaça de uma extensa lista de demissões que deixaria a equipe do jornal virtual reduzida a um quinto dos jornalistas da edição impressa. Na fotografia o corte foi radical. Dos 15 fotógrafos que lá trabalhavam, sobraram três. &#8220;Foi demitido até o Paulo Nicolella, um excelente fotógrafo que estava lá há 20 e tantos anos&#8221;, lamenta Evandro. Dos quatro encarregados de transmitir fotos, restou um. &#8220;Foi uma semana dramática. É difícil acabar com um casamento tão longo, mas estava na hora. Tomei coragem e fiz a carta da demissão&#8221;. Na sexta, dia 27, Evandro deixou a redação carregando a última caixa com livros e fotos. A maior parte do seu arquivo ele havia transferido para o apartamento na Gávea, onde mora com a mulher, a paisagista Marli. Sua saída surpreendeu quem ficou. Em quase cinco décadas a história de Evandro e a do Jornal do Brasil se misturaram. Um não vivia sem o outro. &#8220;Evandro desistiu do JB&#8221;, avisava um funcionário do jornal a quem procurava o fotógrafo na redação terça passada.<br />
<a href="http://www.pontodevista.jor.br/blog/wp-content/uploads/aryrton.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-3917" title="aryrton" src="http://www.pontodevista.jor.br/blog/wp-content/uploads/aryrton-300x201.jpg" alt="" width="300" height="201" /><br />
</a>Ayrton Sena, Rio de Janeiro, 1989<br />
<a href="http://www.pontodevista.jor.br/blog/wp-content/uploads/leila.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-3918" title="leila" src="http://www.pontodevista.jor.br/blog/wp-content/uploads/leila-300x197.jpg" alt="" width="300" height="197" /><br />
</a>Leila Diniz, 1971</p>
<p>Na verdade, Evandro insistiu por anos. Desde a primeira grande crise do jornal, nos anos 90, quando salários atrasavam e já não havia dinheiro para grandes investimentos em reportagens, Evandro resistiu às investidas. &#8220;Recebi convites até para trabalhar fora do Brasil.&#8221; Mas por que um fotógrafo que a empresa alemã Leica, fabricante de poderosas máquinas fotográficas, considerou um dos 45 mais importantes do mundo, ao lado de Cartier-Bresson, continuou num jornal em visível decadência? Por que um fotógrafo que é verbete na Enciclopédia Internacional de Fotografia, que tem fotos no acervo de museus como o Beauborg, em Paris, que expõe em Milão e Nova York, preferia publicar suas fotos num veículo sem prestígio?<br />
O texto completo de Márcia Vieira , no jornal &#8220;Estadão&#8221; <a href="http://www.estadao.com.br/noticias/suplementos,e-evandro-apagou-a-luz,605294,0.htm">AQUI</a></p>
<h2>faltam menos de 24 horas para o golpe no Chile</h2>
<p>&#8220;Estava no Chile, no enterro de Pablo Neruda. Em setembro de 1973, logo depois de o golpe militar derrubar Salvador Allende, Evandro desembarcou em Santiago, enviado pelo Jornal do Brasil. No auge da ditadura, os jornais brasileiros foram proibidos pela censura de dar manchete à queda de Allende. O JB obedeceu. Sua primeira página não tinha títulos em letras garrafais. Mas um enorme texto contando todos os detalhes do golpe ocupava a primeira página.&#8221;  Da matéria sobre o fotógrafo Evandro Teixeira.</p>
<p>FALTAM MENOS DE 24 HORAS PARA O GOLPE NO CHILE. <a href="http://www.pontodevista.jor.br/guerrilha/allendeD1.htm">ALLENDE VIVE.</a></p>
<p><span style="color: #ff0000;">NOTA FINAL:</span> toda uma geração de jornalistas, intelectuais militantes de esquerda &#8211; em sua maioria &#8211; ou no mínimo simpatizantes, diplomados em outra coisa qualquer ou não, tinham como leitura obrigatória os Cadernos de Jornalismo do JB. Freqüentei muito esta escola e com o máximo de prazer. Acho que tenho a coleção completa.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.pontodevista.jor.br/blog/2010/09/evandro-apagou-a-luz/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>como será a bala de prata da campanha</title>
		<link>http://www.pontodevista.jor.br/blog/2010/09/como-sera-a-bala-de-prata-da-campanha/</link>
		<comments>http://www.pontodevista.jor.br/blog/2010/09/como-sera-a-bala-de-prata-da-campanha/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 09 Sep 2010 09:43:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>WU</dc:creator>
				<category><![CDATA[Jornalismo]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.pontodevista.jor.br/blog/?p=3894</guid>
		<description><![CDATA[Enviado por luisnassif, dom, 05/09/2010 &#8211; 09:24 Qual a bala de prata, a reportagem que será apresentada no Jornal Nacional na quinta-feira que antecederá as eleições, visando virar o jogo eleitoral, sem tempo para a verdade ser restabelecida e divulgada? Ontem, no Sarau, conversei muito com um dos nossos convivas. Para decifrar o enigma, ele seguiu [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Enviado por luisnassif, dom, 05/09/2010 &#8211; 09:24</p>
<p>Qual a bala de prata, a reportagem que será apresentada no Jornal Nacional na quinta-feira que antecederá as eleições, visando virar o jogo eleitoral, sem tempo para a verdade ser restabelecida e divulgada? Ontem, no Sarau, conversei muito com um dos nossos convivas. Para decifrar o enigma, ele seguiu o seguinte roteiro: 1. Há tempos a velha mídia aboliu qualquer escrúpulo, qualquer limite. Então tem que ser o episódio mais ignóbil possível, aquele campeão, capaz de envergonhar a velha mídia por décadas mas fazê-la acreditar ser possível virar o jogo. Esse episódio terá que abordar fatos apenas tangenciados até agora, mas que tenham potencial de afetar a opinião 2. Nas pesquisas qualitativas junto ao eleitor médio, tem sobressaído a questão da militância de Dilma Rousseff na guerrilha. Aliás, por coincidência, conversei com a Bibi que me disse, algo escandalizada, que coleguinhas tinham falado que Dilma era &#8220;bandida&#8221; e &#8220;assassina&#8221;. Aqui em BH, a Sofia, neta do meu primo Oscar, disse que em sua escola &#8211; em Curitiba &#8211; as coleguinhas repetem a mesma história. As diversas pesquisas de Ibope e Datafolha devem ter chegado a essa conclusão, de que o grande tema de impacto poderá ser a militância de Dilma na guerrilha. A insistência da Folha com a ficha falsa de Dilma e, agora, com a ficha real, no Supremo Tribunal Militar, é demonstração clara desse seu objetivo. Assim como a insistência de Serra de atropelar qualquer lógica de marketing, para ficar martelando a suposta falta de limites da campanha de Dilma – em cima de um episódio que não convenceu sequer a Lúcia Hipólito. Aliás, o ataque perpetrado por Serra contra Lúcia – através do seu blogueiro – é demonstração cabal da importância que ele está dando à versão da falta de limites, mesmo em cima de um episódio que qualquer avaliação comezinha indicaria como esgotado. A quebra de sigilo é apenas uma peça do jogo, preparando a jogada final. A partir daí, meu interlocutor passou a imaginar como seria montada a cena. Provavelmente alguém seria apresentado como ex-companheiro de guerrilha, arrependido, que, em pleno Jornal Nacional, diria que Dilma participou da morte de fulano ou beltrano. Choraria na frente da câmera, como o José Serra chora. Aí a reportagem mostraria fotos da suposta vítima, entrevistaria seus pais e se criaria o impacto. No dia seguinte, sem horário gratuito não haveria maneiras de explicar a armação em meios de comunicação de massa. Será um desafio do jornalismo brasileiro saber quem serão os colunistas que endossarão essa ignomínia – se realmente vier a ocorrer -, quem serão aqueles que colocarão seu nome e reputação a serviço esse lixo. Essa loucura &#8211; que, tenho certeza, ocorrerá &#8211; será a pá de cal nesse tipo de militância de Serra e de falta de limites da mídia. Marcará a ferro e fogo todos os personagens que se envolverem nessa história. Incendiará a blogosfera. Todos os jornalistas que participarem desse jogo serão estigmatizados para sempre. Todas essas possibilidades são meras hipóteses que parte do pressuposto da falta de limites total da velha mídia. Mas a hipótese fecha plenamente.  <a href="http://www.novae.inf.br/site/modules.php?name=Conteudo&amp;pid=1569">FOI TRANSCRITO DAQUI</a>.</p>
<h2>o seqüestro do empresário Abilio Diniz</h2>
<p>Em 11 dezembro de 1989 o empresário Abilio Diniz foi seqüestrado. Sua libertação ocorre nos momentos que antecedem a disputa para presidente entre Collor e Lula. Nunca é demais lembrarmos que uma parte da mídia corporativa associou ao grupo de militantes do MIR  chileno (Movimento de Esquerda Revolucionária) uma &#8220;certa&#8221; participação do PT. Pesquisando na Internet encontramos :</p>
<p>&#8220;Abílio Diniz foi libertado à véspera da primeira eleição direta para presidente da República após o regime militar, disputada por  Collor e Lula . As investigações levaram a polícia a nomes de vários petistas em agendas dos criminosos – todos eles integrantes de organizações de esquerda que haviam optado pela luta armada na América Latina. Isso levou a polícia a vincular o caso ao PT, que tinha em seu quadro vários  militantes da luta armada. Para complicar, os sequestradores foram apresentados à imprensa com camisetas da campanha de Lula, encontradas nas casas que haviam alugado.&#8221;</p>
<h2>Esta ligação nunca ficou comprovada. Não existia. No clima da eleição causou o maior tumulto. &#8220;Jornalisticamente isenta&#8221;, a Rede Globo editou o debate entre Collor e Lula.</h2>
<p><a href="http://www.pontodevista.jor.br/blog/wp-content/uploads/bin16.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-3911" title="bin16" src="http://www.pontodevista.jor.br/blog/wp-content/uploads/bin16-300x223.jpg" alt="" width="300" height="223" /></a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.pontodevista.jor.br/blog/2010/09/como-sera-a-bala-de-prata-da-campanha/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>11 de setembro é o dia</title>
		<link>http://www.pontodevista.jor.br/blog/2010/09/11-de-setembro-e-o-dia/</link>
		<comments>http://www.pontodevista.jor.br/blog/2010/09/11-de-setembro-e-o-dia/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 08 Sep 2010 08:41:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>WU</dc:creator>
				<category><![CDATA[História]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.pontodevista.jor.br/blog/?p=3866</guid>
		<description><![CDATA[Em 8 de setembro de 1973, no Chile, o clima é era de golpe. A direita e o exército chileno aceleram os preparativos. As forças populares que apóiam, amplamente, o governo imploram por armas. Todo este clima, o bombardeio do Palácio de La Moneda, o assassinato do presidente Salvador Allende e a brutal repressão que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em 8 de setembro de 1973, no Chile, o clima é era de golpe. A direita e o exército chileno aceleram os preparativos. As forças populares que apóiam, amplamente, o governo imploram por armas. Todo este clima, o bombardeio do Palácio de La Moneda, o assassinato do presidente Salvador Allende e a brutal repressão que se segue, bem como a impossibilidade de resistência  é &#8220;A Batalha do Chile&#8221;, considerado um dos maiores documentários já feitos, do cineasta Patricio Gusmán.</p>
<p><a href="http://www.pontodevista.jor.br/blog/wp-content/uploads/Guzman1.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-3867" title="Guzman1" src="http://www.pontodevista.jor.br/blog/wp-content/uploads/Guzman1-231x300.jpg" alt="" width="231" height="300" /></a></p>
<p><a href="http://www.pontodevista.jor.br/blog/wp-content/uploads/Guzman1.jpg"></a>Guzmán, segundo a revista americana &#8220;Cineaste&#8221; acaba de encantar o mundo com &#8220;Nostalgia da Luz&#8221;, apresentado no último Festival de Cannes, tendo sido considerado um filme extraordinário pelo&#8221; Le Monde&#8221; e pelo &#8220;L&#8217; Humanité&#8221;. O documentário trata da observação das estrelas no deserto de Atacama, no Chile, mas para todos que assistiram é uma metáfora para falar do passado e do golpe no país. É no deserto de Atacama que a ditadura deu sumiço com os corpos de algumas centenas de opositores mortos. O filme será exibido no Festival do Rio de Janeiro que começa em 23 de setembro.</p>
<p>Folha de São Paulo &#8211; E porque o Chile se recusa a encarar o seu passado?</p>
<p>Gzsmán -&#8221; Isso é um mistério. Eu me pergunto a mesma coisa. O golpe foi um choque tão grande que produziu uma paralisia mental. No Chile as pessoas têm medo.  Até hoje, há pessoas incapazes de falar de política num local público. Há uma espécie de medo de ser ouvido. Todos os chilenos que estavam na Espanha foram fichados pela polícia franquista&#8230;. no Chile 40% dos torturadores e dos responsáveis militares de violação dos direitos humanos foram julgados. Mas falta 60%, é muito.&#8221;</p>
<h2>apoiadores do &#8220;zé&#8221; disfarçados de &#8220;isentos&#8221;</h2>
<p>Só vou dizer, por hoje,  que em nosso país a estrutura repressiva montada pela ditadura ficou intacta. Toturadores foram espalhados pelas delegacias. Militares para a reserva. E os serviços de inteligência continuam espionando. Há alguma dúvida? Esse papo de anistia como &#8220;esquecimento&#8221; é coisa da direita. Em 01 de abril de 1964, em nosso país, a direita civil, militares e agentes da CIA promoveram o golpe contra o governo legítimo de João Goulart que tinha, como Allende, amplo apoio popular. Este &#8220;esquecimento&#8221; é promovido pelos políticos com largo apoio da mídia corporativa. E pelos Jornalões e redes televisivas que cresceram no regime militar. E que nos tempos atuais, promovem e produzem bens simbólicos reacionários. E que não por acaso apóiam o  &#8221;zé&#8221;, todos camuflados de  &#8221;isentos&#8221;. E que quando perdem o controle da opinião pública ficam sonhando com estratégias golpistas. E que&#8230;</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.pontodevista.jor.br/blog/2010/09/11-de-setembro-e-o-dia/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>dos muitos olhares do meu cotidiano</title>
		<link>http://www.pontodevista.jor.br/blog/2010/09/dos-muitos-olhares-do-meu-cotidiano/</link>
		<comments>http://www.pontodevista.jor.br/blog/2010/09/dos-muitos-olhares-do-meu-cotidiano/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 07 Sep 2010 08:06:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>WU</dc:creator>
				<category><![CDATA[Fotojornalismo]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.pontodevista.jor.br/blog/?p=3787</guid>
		<description><![CDATA[Porto Alegre, agosto de 2010,  negativo de filme Trix-400 &#8220;escaneado&#8221;, máquina Pentax SP1000,  velocidade 125, abertura em 5.6, foco em infinito. Nenhuma manipulação digital. Mercado Público, Largo Glênio Peres, centro da cidade. A lente é uma 1:2/55. Largo Glênio Peres Também no Largo.  O cara passou horas ali sentado. Mercado Público de Porto Alegre. Tentei [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2><span style="font-weight: normal; font-size: 13px;"><a href="http://www.pontodevista.jor.br/blog/wp-content/uploads/PO2.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-3792" title="PO2" src="http://www.pontodevista.jor.br/blog/wp-content/uploads/PO2-300x188.jpg" alt="" width="300" height="188" /></a></span></h2>
<p>Porto Alegre, agosto de 2010,  negativo de filme Trix-400 &#8220;escaneado&#8221;, máquina Pentax SP1000,  velocidade 125, abertura em 5.6, foco em infinito. Nenhuma manipulação digital. Mercado Público, Largo Glênio Peres, centro da cidade. A lente é uma 1:2/55.<br />
<a href="http://www.pontodevista.jor.br/blog/wp-content/uploads/PO3.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-3793" title="PO3" src="http://www.pontodevista.jor.br/blog/wp-content/uploads/PO3-300x195.jpg" alt="" width="300" height="195" /></a><br />
Largo Glênio Peres<br />
<a href="http://www.pontodevista.jor.br/blog/wp-content/uploads/PO4.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-3794" title="PO4" src="http://www.pontodevista.jor.br/blog/wp-content/uploads/PO4-300x192.jpg" alt="" width="300" height="192" /></a><br />
Também no Largo.  O cara passou horas ali sentado.<br />
<a href="http://www.pontodevista.jor.br/blog/wp-content/uploads/PO5.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-3795" title="PO5" src="http://www.pontodevista.jor.br/blog/wp-content/uploads/PO5-300x193.jpg" alt="" width="300" height="193" /><br />
</a>Mercado Público de Porto Alegre. Tentei a composição das três aberturas com os três moradores de rua ao centro. Não consegui pelo horário de movimento.<br />
<a href="http://www.pontodevista.jor.br/blog/wp-content/uploads/PO8.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-3797" title="PO8" src="http://www.pontodevista.jor.br/blog/wp-content/uploads/PO8-300x184.jpg" alt="" width="300" height="184" /></a><br />
Parte interna e superior do mesmo Mercado. Procurei a geometria. Os grafismos .</p>
<p><span style="color: #ff0000;">Em que o ser humano Boris Kossoy acredita?</span><br />
Estar sempre disposto a aprender. Privilegiar o humanismo. Compartilhar nossos conhecimentos com os jovens pesquisadores que estão começando. Cobrar o comportamento ético sempre.<br />
<span style="color: #ff0000;"> Falamos do fotógrafo, pesquisador, teórico, autor de livros&#8230; E o Boris Kossoy professor?</span><br />
Vejo o magistério como uma missão edificante e gratificante. Edificante no sentido de influir de algum movo na formação, carreira profissional ou acadêmica dos meus alunos ao longo do tempo. Gratificante  exatamente por ver o resultado de seu empenho. Constatar que aqueles jovens de antes ao hoje profissionais sérios e bem-sucedidos; de modo geral, têm se sobressaído como pesquisadores competentes, geradores de conhecimento. (do livro Boris Kossoy &#8211; fotógrafo&#8221;, da editora Cosacnaify)</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.pontodevista.jor.br/blog/2010/09/dos-muitos-olhares-do-meu-cotidiano/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>no desespero</title>
		<link>http://www.pontodevista.jor.br/blog/2010/09/no-desespero/</link>
		<comments>http://www.pontodevista.jor.br/blog/2010/09/no-desespero/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 06 Sep 2010 10:03:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>WU</dc:creator>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.pontodevista.jor.br/blog/?p=3827</guid>
		<description><![CDATA[direita troglodita partiu para a ofensiva &#8220;Então vou te pedir um favor. Diga ao Serra que, se ele quiser encerrar a carreira política com dignidade, que pare com essa bobagem de achar que eu vou censurar a Internet. Eu também sou criticado na Internet e não tento controlar.&#8221;  Um recado do Lulinha. Sempre existe uma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>direita troglodita partiu para a ofensiva</h2>
<p>&#8220;Então vou te pedir um favor. Diga ao Serra que, se ele quiser encerrar a carreira política com dignidade, que pare com essa bobagem de achar que eu vou censurar a Internet. Eu também sou criticado na Internet e não tento controlar.&#8221;  Um recado do Lulinha.<br />
<a href="http://www.pontodevista.jor.br/blog/wp-content/uploads/direita1.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-3829" title="direita1" src="http://www.pontodevista.jor.br/blog/wp-content/uploads/direita1-245x300.jpg" alt="" width="245" height="300" /><br />
</a>Sempre existe uma chance do cara encerrar a carreira com dignidade. Com o passar do tempo vai ficando cada vez mais distante esta possibilidade se o próprio cara é uma cascata. Ele como um todo é uma invenção.<br />
<a href="http://www.pontodevista.jor.br/blog/wp-content/uploads/direita2.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-3833" title="direita2" src="http://www.pontodevista.jor.br/blog/wp-content/uploads/direita2-300x158.jpg" alt="" width="300" height="158" /></a><br />
Tudo indica que os aliados do PRBS (Partido Rede Brasil Sul de Comunicação) vão perder as eleições, tanto no plano estadual como nacional. O Partidão da mídia está colocando todas suas suas fichas para assegurar uma representação lobista no Senado.</p>
<h2>Na lista dos 30 que não foram para a RBS,do primeiro time</h2>
<p>Em Deriva cruzei com um velho jornalista. E ele me contou que a Paula, uma das melhores repórteres das últimas gerações da Fabico (Faculdade de Biblioteconomia e Comunicação da UFRGS) tinha ido trabalhar no &#8220;Estadão&#8221;. Fiquei feliz com a notícia. Mais uma aluna, primeiro time com DNA da profissão , que não passou nem nas proximidades de uma porta da RBS. Está salva!</p>
<h2>Ainda vou conseguir ser visceral. Radicalmente contundente. Sei que posso dizer muito mais. Mas estou sob censura.</h2>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.pontodevista.jor.br/blog/2010/09/no-desespero/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>caleidoscópio, boêmia e jornalismo marrom</title>
		<link>http://www.pontodevista.jor.br/blog/2010/09/caleidoscopio-boemia-e-jornalismo-marrom/</link>
		<comments>http://www.pontodevista.jor.br/blog/2010/09/caleidoscopio-boemia-e-jornalismo-marrom/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 03 Sep 2010 09:22:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>WU</dc:creator>
				<category><![CDATA[Jornalismo]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.pontodevista.jor.br/blog/?p=3752</guid>
		<description><![CDATA[Um caso raro. Boris Kossoy pensa e escreve sobre fotografia e fotografa. Faz as duas coisa com a máxima  competência. Tem um texto crítico e elegante. E fotos maravilhosas. &#8220;Boris Kossoy &#8211; fotógrafo&#8221;, é um livro da Cosacnaify. Muito bom o capítulo &#8220;O caleidoscópio e a câmara&#8221;, do próprio Kossy, assim como a conversa com Paulo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um caso raro. Boris Kossoy pensa e escreve sobre fotografia e fotografa. Faz as duas coisa com a máxima  competência. Tem um texto crítico e elegante. E fotos maravilhosas. &#8220;Boris Kossoy &#8211; fotógrafo&#8221;, é um livro da Cosacnaify. Muito bom o capítulo &#8220;O caleidoscópio e a câmara&#8221;, do próprio Kossy, assim como a conversa com Paulo César Boni.<br />
<a href="http://www.pontodevista.jor.br/blog/wp-content/uploads/boris11.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-3754" title="boris1" src="http://www.pontodevista.jor.br/blog/wp-content/uploads/boris11-207x300.jpg" alt="" width="207" height="300" /></a><br />
&#8220;Como foi seu encontro com fotografia?<br />
Kossoy &#8211; Foi em razão de uma câmara que ganhei  por volta de 1954 ou 1955, quando eu tinha     treze ou quatorze anos. Uma câmara de fole que tenho até hoje. Fiz com ela minhas primeiras fotos. Ela está meio acabada&#8230; Não é possível ler nem o nome, nem a marca&#8230; Imagine que a velocidade ia até 1/125.&#8221;</p>
<p>Se tivesse a oportunidade de entrevistá- lo, entre outras tantas perguntas, teria a curiosidade de saber quantos prêmios ele coleciona. Claro que seria uma pergunta completamente imbecil diante de tantas coisas interessantes de se aprender com ele. Mas seria uma curiosidade com o espírito comparativo que todo jornalista deveria ter.<br />
<a href="http://www.pontodevista.jor.br/blog/wp-content/uploads/boris2.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-3755" title="boris2" src="http://www.pontodevista.jor.br/blog/wp-content/uploads/boris2-300x197.jpg" alt="" width="300" height="197" /><br />
</a>&#8220;A noiva&#8221; (da série Viagem ao fantástico). Franco da Rocha, SP, 1970<br />
<a href="http://www.pontodevista.jor.br/blog/wp-content/uploads/boris3.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-3759" title="boris3" src="http://www.pontodevista.jor.br/blog/wp-content/uploads/boris3-229x300.jpg" alt="" width="229" height="300" /><br />
</a>&#8220;Surpresa na estrada&#8221; (da série Viagem pelo fantástico). Periferia de SP, 1970</p>
<h2>boêmia sob controle decreta sua própria morte</h2>
<p>Porto Alegre é uma cidade reacionária. Com uma zona de boêmia (?) absolutamente controlada por diversos mecanismos repressivos.  Tudo que existe de mais à extrema-direita em termos de ordenamento das pessoas. Michel Foucault escreveria uma tese. Nada de barulho. Bares fechados a partir das 22 hrs. Comparativamente com a Lapa a Cidade Baixa é uma piada. Está mais para local apropriado ao bundismo. Palco de exibição do aparato policial, com regulares operações de visibilidade; política de relações públicas, visual. Espetáculo para o showrnalismo. Outras áreas da cidade, com movimento quase idêntico, onde também não ocorre nada de grave, o policiamento é insigniticante. Os jornalões da mídia corporativa estão de costas, insisto, para a cidade real. E a hegemonização destas subjetividades de extrema-direita fica por conta do PRBS (Partido Rede Brasil Sul de Comunicações). De Zerolândia, do jornalismo da opinião isenta de Zero Hora. Sempre do mesmo lado, a extrema-direita. O número de traficantes presos dobrou desde 2006. A violência não diminuiu. Os setores mais arejados estão procurando diferenciar o usuário qualificado (o cara que compra uma paranga, tira uma bera prá fumar e vende o resto pros amigos) e o grande traficante. O maior número de prisões é de mulheres. O reacionarismo continua impedindo uma grande e aberta discussão sobre o tema. E assim, vão jogando mais e mais pessoas nas Prisões da Miséria. Jornalistas, com raríssimas excessões, estão literalmente de costas para o país real. São os maiores criminosos. Fazem de conta que não estão vendo nada. Esta grande rede de conivências corporativas começa nas faculdades de comunicologia.</p>
<p>Não gosto de marcar posição dizendo que é a minha opinião como jornalista que exerce a profissão nos últimos 40 anos, que tem uma história de militância política por 45 anos, sendo quase dois de cadeia; e, por último, com o exercício de quase 20 anos como professor de jornalismo da Fabico (Faculdade de Biblioteconomia e Comunicação da UFRGS). Não reivindico a verdade. Apenas uma pequena parte. Com a idade cultivo dúvidas. Sou contra o diploma da hipocrisia.  A grande reportagem de hoje é um release da Polícia Federal.</p>
<h2>o quilombo dos silva<br />
está sob ameça, policial.<br />
Bairro Três Figueiras, PO.</h2>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.pontodevista.jor.br/blog/2010/09/caleidoscopio-boemia-e-jornalismo-marrom/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>
