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	<title>Ponto de Vista &#187; Lomography</title>
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	<description>blog Ponto de Vista - Wladymir Ungaretti, Porto Alegre - RS</description>
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		<title>sábado de sol em lomographia</title>
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		<pubDate>Sun, 10 Jul 2011 11:10:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>WU</dc:creator>
				<category><![CDATA[Lomography]]></category>

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		<description><![CDATA[sábado (09.06.2011) de muito sol de um inverno bem frio Este grupo se reuniu, na Redenção, para a prática de fotografar com as câmeras de Lomographya. Cada um com sua Diana F+ ou com sua Holga se preparava para a &#8220;excursão&#8221;, com orientação do Flávio (abaixado), da Escola de Fotografia do Projeto Contato. Com uma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>sábado (09.06.2011) de muito sol de um inverno bem frio</h2>
<p><a href="http://www.pontodevista.jor.br/blog/wp-content/uploads/lomoB.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-10550" title="lomoB" src="http://www.pontodevista.jor.br/blog/wp-content/uploads/lomoB.jpg" alt="" width="510" height="340" /></a>Este grupo se reuniu, na Redenção, para a prática de fotografar com as câmeras de Lomographya. Cada um com sua Diana F+ ou com sua Holga se preparava para a &#8220;excursão&#8221;, com orientação do Flávio (abaixado), da Escola de Fotografia do Projeto Contato.<br />
<a href="http://www.pontodevista.jor.br/blog/wp-content/uploads/lomoA.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-10551" title="lomoA" src="http://www.pontodevista.jor.br/blog/wp-content/uploads/lomoA.jpg" alt="" width="510" height="340" /></a>Com uma câmera Diana F+ a fotógrafa já se divertia mesmo antes de começar a atividade do grupo.  Em um outro encontro, após a revelação dos filmes, cada um vai mostrar o resultado da  prazerosa brincadeira de fotografar em lomo. Já estou de férias, nos espaços virtuais, mas não podia perder esta oportunidade. Não lembro quem dizia que a cada avanço tecnológico ( câmara digitais sofisticadíssimas) sempre ocorre uma revalorização dos aparelhos mais antigos. Ou coisa parecida. Fotografar em Lomo é um exemplo. Virou moda. A estas alturas são tantas referências e leituras que, propositadamente, vou embaralhando tudo. Pode ser  até que esta seja uma conclusão &#8220;minha&#8221;.</p>
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		<title>em lomography</title>
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		<pubDate>Wed, 25 May 2011 08:53:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>WU</dc:creator>
				<category><![CDATA[Lomography]]></category>

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		<description><![CDATA[Largo Glênio Peres, centro de Porto Alegre, maio de 2011. A partir de um café, lateral do prédio da prefeitura, Largo Glênio Peres. Também do mesmo Largo, mas em direção ao Chalé da Praça XV Sinaleira da Felipe Camarão, em direção à Av Osvaldo Aranha, lateral do Pronto Socorro, bairro Bom Fim (POA).  Em uma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.pontodevista.jor.br/blog/wp-content/uploads/negativo1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-8844" title="negativo1" src="http://www.pontodevista.jor.br/blog/wp-content/uploads/negativo1.jpg" alt="" width="567" height="383" /></a>Largo Glênio Peres, centro de Porto Alegre, maio de 2011.<br />
<a href="http://www.pontodevista.jor.br/blog/wp-content/uploads/negativo2.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-8845" title="negativo2" src="http://www.pontodevista.jor.br/blog/wp-content/uploads/negativo2.jpg" alt="" width="567" height="384" /></a>A partir de um café, lateral do prédio da prefeitura, Largo Glênio Peres.<br />
<a href="http://www.pontodevista.jor.br/blog/wp-content/uploads/negativo5.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-8846" title="negativo5" src="http://www.pontodevista.jor.br/blog/wp-content/uploads/negativo5.jpg" alt="" width="567" height="365" /></a> Também do mesmo Largo, mas em direção ao Chalé da Praça XV<br />
<a href="http://www.pontodevista.jor.br/blog/wp-content/uploads/negativo4.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-8847" title="negativo4" src="http://www.pontodevista.jor.br/blog/wp-content/uploads/negativo4.jpg" alt="" width="567" height="364" /></a>Sinaleira da Felipe Camarão, em direção à Av Osvaldo Aranha, lateral do Pronto Socorro, bairro Bom Fim (POA).  Em uma máquina Lomography, filme 35mm,  BW400CN. Olhar imagens no sentido horário. Negativos escaneados, sem qualquer manipulação ou corte. Nada foi alterado em termos de luminosidade.  A câmera é uma Actiopnsampler.</p>
<h2>diante do avanço das imagens digitais</h2>
<p>&#8220;A fotografia na contemporaneidade, em muitos aspectos, não pode mais ser associada aos princípios de sua origem: como grafia de luz (do grego phos e grafia) frente aos recursos digitais que possibilitam, e até mesmo popularizam, as experiências fotográficas. As luzes e suas grafias, neste contexto digital, podem ser criadas, trabalhadas, modificadas. A incidência da luz sobre as superfícies sempre produziu diferentes olhares e isto não é nenhuma novidade. A luminosidade cria contornos, produz  eixos de visibilidade e recria, com auxílio dos recursos da técnica e da arte, os mundo e as realidades cotidianas. A luminosidade padrão, ligada à luz branca e fluorescente, é característica de um modo de vida ligado à modernidade e instaura, de certa forma, um modo de ver também marcado pela padronização, deixando em segundo plano o jogo de sombras e efeitos. O olhar, assim , orienta-se para a possibilidade de ver em &#8216;quantidade&#8217;, deixando os detalhes dos jogos da luz e de suas incidências sobre as superfícies, aos olhares da arte e de suas criações.&#8221; ( do texto Sobre Psicologia e fotografia, de Jaqueline Tittoni)</p>
<p><span style="color: #ff0000;">Tenho tentado &#8211; não sei   se com sucesso e uma certa clareza &#8211; associar minha prática fotográfica, talvez muito rudimentar em seus aspectos técnicos,  com a leitura e reflexão sobre o maior número possível de questões  relacionadas à produção e difusão das imagens. Como já assinalei, a partir de um texto de Montaingne: &#8220;Quem busca sabedoria, que a busque onde se aloja; não tenho a pretensão de possuí-la. O que aí se encontra é produto de minha fantasia; não viso explicar ou elucidar as coisas que comento, mas tão somente mostrar-me como sou&#8230;&#8221;  Ou é de   Montesquieu?  (o texto completo está na postagem do dia 18.05.2011)</span></p>
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		<title>Um outro olhar</title>
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		<pubDate>Sun, 24 Oct 2010 06:17:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>WU</dc:creator>
				<category><![CDATA[Lomography]]></category>

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		<description><![CDATA[Lomography Duas imagens do centro de Porto Alegre em Lomography com a máquina Diana F+, sem nenhuma anotação dos dados técnicos. Imagens &#8220;escaneadas&#8221;  de negativos 6&#215;6, pequeno corte na parte inferior, sem nenhuma manipulação digital. Escapei com vida de um grave acidente de moto com apenas os ligamentos do cotovelo esquerdo rompidos. Estava com equipamentos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>Lomography</h2>
<p><a href="http://www.pontodevista.jor.br/blog/wp-content/uploads/cidade13.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-5017" title="cidade1" src="http://www.pontodevista.jor.br/blog/wp-content/uploads/cidade13.jpg" alt="" width="779" height="641" /></a></p>
<p>Duas imagens do centro de Porto Alegre em Lomography com a máquina Diana F+, sem nenhuma anotação dos dados técnicos. Imagens &#8220;escaneadas&#8221;  de negativos 6&#215;6, pequeno corte na parte inferior, sem nenhuma manipulação digital. Escapei com vida de um grave acidente de moto com apenas os ligamentos do cotovelo esquerdo rompidos. Estava com equipamentos de proteção da melhor qualidade possível. Devo retomar as atividades em 20 dias. Fiquei hospitalizado por duas semanas. Pretendo manter as postagens diárias utilizando material fotográfico de arquivo e no final do dia algumas postagens no twitter.<a href="http://www.pontodevista.jor.br/blog/wp-content/uploads/tumelero1.jpg"></a></p>
<p><a href="http://www.pontodevista.jor.br/blog/wp-content/uploads/tumelero1.jpg"> </a></p>
<p><a href="http://www.pontodevista.jor.br/blog/wp-content/uploads/tumelero1.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-5018" title="tumelero1" src="http://www.pontodevista.jor.br/blog/wp-content/uploads/tumelero1.jpg" alt="" width="812" height="680" /></a></p>
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		<title>Liberdade programada</title>
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		<pubDate>Tue, 31 Aug 2010 08:27:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>WU</dc:creator>
				<category><![CDATA[Lomography]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;Em aparelhos não ainda inteiramente automatizados, em aparelhos que exigem para o seu funcionamento intervenção humana, tal  &#8217;acidentalidade&#8217; não é aparente. O fotógrafo profissional parece levar o seu aparelho a fazer imagens segundo a intenção deliberada para a qual o fotógrafo se decidiu. Análise mais atenta do processo fotográfico revelará, no entanto, que o gesto [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Em aparelhos não ainda inteiramente automatizados, em aparelhos que exigem para o seu funcionamento intervenção humana, tal  &#8217;acidentalidade&#8217; não é aparente. O fotógrafo profissional parece levar o seu aparelho a fazer imagens segundo a intenção deliberada para a qual o fotógrafo se decidiu. Análise mais atenta do processo fotográfico revelará, no entanto, que o gesto do fotógrafo se desenvolve por assim dizer no &#8216;interior&#8217; do programa do seu aparelho. Pode fotografar apenas imagens que constam do programa do seu aparelho.&#8221;<br />
<a href="http://www.pontodevista.jor.br/blog/wp-content/uploads/lomoPO1.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-3660" title="lomoPO1" src="http://www.pontodevista.jor.br/blog/wp-content/uploads/lomoPO1-300x300.jpg" alt="" width="300" height="300" /></a><br />
&#8220;Por certo, o aparelho faz o que o fotógrafo quer que faça, mas o fotógrafo pode apenas querer o que o aparelho pode fazer. De maneira que não apenas o gesto mas a própria intenção do fotógrafo são programados. Todas as imagens que o fotógrafo produz são, em tese, <span style="color: #ff0000;">futuráveis</span><em> </em>para quem calculou o programado aparelho. São imagens <span style="color: #ff0000;">prováveis</span>.&#8221;<br />
<a href="http://www.pontodevista.jor.br/blog/wp-content/uploads/lomoPO2.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-3661" title="lomoPO2" src="http://www.pontodevista.jor.br/blog/wp-content/uploads/lomoPO2-300x300.jpg" alt="" width="300" height="300" /></a><br />
Imagens produzidas em lomography com uma máquina Diana F+. Filme 120mm, superia X-TRA 400 da Fujifilm. &#8220;Escaneada&#8221; de um negativo 6&#215;6. Foco em infinito. Abertura para dia nublado. Leve diminuição de contraste. Centro de Porto Alegre, em agosto de 2010.  Em &#8220;lomo&#8221; percebemos a exata dimensão da &#8220;obviedade&#8221; pensada por Vilém Flusser.<br />
<a href="http://www.pontodevista.jor.br/blog/wp-content/uploads/lomoPO3.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-3662" title="lomoPO3" src="http://www.pontodevista.jor.br/blog/wp-content/uploads/lomoPO3-300x300.jpg" alt="" width="300" height="300" /><br />
</a>&#8220;Em toda imagem técnica é possível descobrir-se tal colaboração e luta entre o programador e a liberdade informadora.&#8221; Textos de Vilém Flusses, selecionados do livro &#8220;O Universo das imagens técnicas &#8211; elogio da superficialidade&#8221;, editora Annablume.</p>
<p><span style="color: #ff0000;">Leitura obrigatória para quem fotografa e pensa. Apertador de botão não vai entender nada. &#8220;Fotocampana&#8221;, por exemplo, só é possível como prática fotográfica com modernos equipamentos. Com poderosas teles. E com uma mente policial, claro.</span></p>
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		<title>Lomographya e papos etílicos</title>
		<link>http://www.pontodevista.jor.br/blog/2010/06/lomographya-e-papos-etilicos/</link>
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		<pubDate>Thu, 24 Jun 2010 07:57:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>WU</dc:creator>
				<category><![CDATA[Lomography]]></category>

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		<description><![CDATA[na Casa da Cachaça (Lapa) ela pediu uma &#8220;claudionor&#8221; Coisa de uma negra, mineira, que entende. Tomamos algumas conversando sobre as cachaças da região de Salinas. O dono da Casa me mostrou as melhores da Paraíba. Teor alcoólico mínimo de 47%.  Depois de algumas convidei a &#8220;negrona&#8221; pra me mostrar alguns caminhos mais arriscados. Claro, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div><span style="font-family: Calibri;"><strong><a href="http://www.pontodevista.jor.br/blog/wp-content/uploads/rio281.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-1876" title="rio28" src="http://www.pontodevista.jor.br/blog/wp-content/uploads/rio281-300x168.jpg" alt="" width="300" height="168" /></a></strong></span></div>
<div><span style="font-family: Calibri;"></p>
<p></span></div>
<h2><a href="http://www.pontodevista.jor.br/blog/wp-content/uploads/rio30.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-1878" title="rio30" src="http://www.pontodevista.jor.br/blog/wp-content/uploads/rio30-185x300.jpg" alt="" width="185" height="300" /><br />
</a><a href="http://www.pontodevista.jor.br/blog/wp-content/uploads/rio31.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-1879" title="rio31" src="http://www.pontodevista.jor.br/blog/wp-content/uploads/rio31-300x168.jpg" alt="" width="300" height="168" /><br />
</a></h2>
<h2>na Casa da Cachaça (Lapa)<br />
ela pediu uma &#8220;claudionor&#8221;</h2>
<p><a href="http://www.pontodevista.jor.br/blog/wp-content/uploads/rio321.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-1887" title="rio32" src="http://www.pontodevista.jor.br/blog/wp-content/uploads/rio321-300x168.jpg" alt="" width="300" height="168" /><br />
</a><a href="http://www.pontodevista.jor.br/blog/wp-content/uploads/rio333.jpg"><br />
<img class="alignnone size-medium wp-image-1889" title="rio33" src="http://www.pontodevista.jor.br/blog/wp-content/uploads/rio333-187x300.jpg" alt="" width="187" height="300" /><br />
</a>Coisa de uma negra, mineira, que entende. Tomamos algumas conversando sobre as cachaças da região de Salinas. O dono da Casa me mostrou as melhores da Paraíba. Teor alcoólico mínimo de 47%.  Depois de algumas convidei a &#8220;negrona&#8221; pra me mostrar alguns caminhos mais arriscados. Claro, ela topou. Existe uma velha Lapa, onde é raro se ver um gringo.</p>
<p>Num sábado pela manhã, bem cedinho. Feira da Praça XV (Centro). Ao lado das barcas para Niterói e Paquetá. Ao lado do Paço Imperial. Há coisas úteis, inúteis, interessantes, tranqueiras em geral e raridades. Queriam comprar martelo, carteira estudantil da década de 60&#8230; discos, rádios, câmeras fotográficas, óculos, livros. A pé até a Feira Rua do Lavradio (Lapa), passando pelo Arco do Teles, Travessa do Ouvidor, Rua do Ouvidor, sebos, Teatro João Caetano, Teatro Carlos Gomes. Um telefonema para BFAP (Banco de Financiamento das Atividades de Pirataria).   A Al-qaed liberou mais recursos. Modelo, manequim, ator, professor, jornalista, bailarino, caminhante, derivante, cachaceiro e intelectual. Para fechar o dia: Lapa (Casa da Cachaça, Semente) e depois, pra encerrar a Lapa, uma canja de galinha no Garota do Flamengo.</p>
<p><a href="http://www.pontodevista.jor.br/blog/wp-content/uploads/rio34.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-1896" title="rio34" src="http://www.pontodevista.jor.br/blog/wp-content/uploads/rio34-300x168.jpg" alt="" width="300" height="168" /><br />
</a></p>
<p><a href="http://www.pontodevista.jor.br/blog/wp-content/uploads/rio35.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-1897" title="rio35" src="http://www.pontodevista.jor.br/blog/wp-content/uploads/rio35-300x168.jpg" alt="" width="300" height="168" /></a><br />
<a href="http://www.pontodevista.jor.br/blog/wp-content/uploads/rio36.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-1898" title="rio36" src="http://www.pontodevista.jor.br/blog/wp-content/uploads/rio36-206x300.jpg" alt="" width="206" height="300" /><br />
</a><a href="http://www.pontodevista.jor.br/blog/wp-content/uploads/rio37.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-1899" title="rio37" src="http://www.pontodevista.jor.br/blog/wp-content/uploads/rio37-196x300.jpg" alt="" width="196" height="300" /><br />
</a><a href="http://www.pontodevista.jor.br/blog/wp-content/uploads/rio38.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-1900" title="rio38" src="http://www.pontodevista.jor.br/blog/wp-content/uploads/rio38-168x300.jpg" alt="" width="168" height="300" /><br />
</a><a href="http://www.pontodevista.jor.br/blog/wp-content/uploads/rio39.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-1901" title="rio39" src="http://www.pontodevista.jor.br/blog/wp-content/uploads/rio39-300x168.jpg" alt="" width="300" height="168" /><br />
</a>Só mercadorias têm direitos no interior dos shopping centers. Um bando de ingênuos são atraídos por estes espaços &#8220;publicos&#8221; privatizados. A ideia é de que quanto menor o público, maior a ordem e o controle. Das ruas. O que na atualidade é chamado de Sindicato não passa de uma burocracia trabalhista. Precisamos encontrar novos caminhos na luta contra os processos de absorção de imagens da atual estrutura de narrativas totalizantes.  Temos que aprender a utilizar os novos mecanismo (blog, twitter, facebook, etc) não com a lógica que o sistema determina. Cada intervenção deve ter a função de implodir com alguma coisa. Vilém Flusser dizia que &#8220;as questões que os novos engajados devem formular são, pois, necessariamente técnicas, por exemplo: como é possível se alterarem os feixes que irradiam imagens e dispersam a sociedade em indivíduos solitários e programados?&#8221; E não podemos perder de vista o fato que &#8220;nossas&#8221; imagens poderão ser utilizadas como instrumentos de cartografia.  O guerrilheiro midiático passa muitas horas vagabundeando pelas ruas e muito pouco tempo na frente de telas. Só o necessário para promover atos de terrorismo poético. Trabalhem pela desorganização do sistema. Ser de &#8220;esquerda&#8221; reproduzindo a lógica do sistema (eu revolucionário produtor de revolução em cima do caminhão de som ou do  palanque x massa de consumidores de revolução aí em baixo) é coisa de Bundão. O mundo dos acontecimentos acaba, assim, substituindo o mundo das coisas, segundo Roullié.  Ele também diz que &#8221; o novo real convoca novas imagens, novos dispositivos de imagens para novos modos de crença&#8221;.</p>
<p>Vandalize! Sim, seja um vândalo. Caos é uma criação contínua. Fique com o Zen da discórdia. Luta de classes existe, sim!!!!!!</p>
<p><a href="http://www.pontodevista.jor.br/blog/wp-content/uploads/rio333.jpg"></a></p>
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		<title>A cidade em lomography</title>
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		<pubDate>Tue, 15 Jun 2010 10:05:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>WU</dc:creator>
				<category><![CDATA[Lomography]]></category>

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		<description><![CDATA[Fotos do centro de PA em Lomography, proximidades do Mercado Público, máquina Diana F+, lente olho-de-peixe, filme 400Tx da Kodak, 120, formato 6&#215;6, foco em infinito, abertura para dia nublado. Negativo &#8220;escaneado&#8221;, com leve diminuição do contraste. Imagens para imaginar. Registros com singularidade. &#8220;O real é infotografável&#8221;, segundo François Solages. Clique nas imagens. Preitura de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.pontodevista.jor.br/blog/wp-content/uploads/centro11.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-1481" title="centro1" src="http://www.pontodevista.jor.br/blog/wp-content/uploads/centro11-300x300.jpg" alt="" width="300" height="300" /></a>Fotos do centro de PA em Lomography, proximidades do Mercado Público, máquina Diana F+, lente olho-de-peixe, filme 400Tx da Kodak, 120, formato 6&#215;6, foco em infinito, abertura para dia nublado. Negativo &#8220;escaneado&#8221;, com leve diminuição do contraste. Imagens para imaginar. Registros com singularidade. &#8220;O real é infotografável&#8221;, segundo François Solages. <em>Clique nas imagens</em>.</p>
<p><a href="http://www.pontodevista.jor.br/blog/wp-content/uploads/centro21.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-1484" title="centro2" src="http://www.pontodevista.jor.br/blog/wp-content/uploads/centro21-300x300.jpg" alt="" width="300" height="300" /></a>Preitura de PA e um das pontas do Mercado Público. &#8220;A imagem fotográfica é espaço imaginário e efeito de um processo que liga o imaginário e o real, Talvez o receptor não possa rever tudo nem reviver tudo: é o específico da arte. Ele vê o caminho e as direções.&#8221; <em>( de Hervé Babot)</em></p>
<p><a href="http://www.pontodevista.jor.br/blog/wp-content/uploads/chale1.jpg"><em><img class="aligncenter size-medium wp-image-1487" title="chale1" src="http://www.pontodevista.jor.br/blog/wp-content/uploads/chale1-287x300.jpg" alt="" width="287" height="300" /></em></a>Chalé da Praça XV. &#8220;&#8230;.conspirem (JORNALISTAS) contra a crescente indústria da anestesiação automática.&#8221;  Ou ainda: &#8221; Os escritos não são código apropriado para a observação, para a contemplação. As imagens são mais apropriadas para isso.&#8221; (de Vilém Flusser)</p>
<p><a href="http://www.pontodevista.jor.br/blog/wp-content/uploads/mercado1.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-1488" title="mercado1" src="http://www.pontodevista.jor.br/blog/wp-content/uploads/mercado1-300x290.jpg" alt="" width="300" height="290" /></a><em>Clique nas imagens</em>. Mercado Público (PA). De Vilém Flusser: &#8220;Quanto mais conciso, melhor, pois tudo que é desnecessário é indesejável&#8221;.  A concisão é a palavra-estilete. A que perfura a alma por carregar emoção.</p>
<p><em>Me sinto velho, como se tivesse<br />
Vivido muitas vidas.<br />
E agora nunca poderei saber<br />
se sou louco<br />
ou se fiz que o determina<br />
o meu carma<br />
                           Gary Snyder</em></p>
<p><em>                                         &#8221;&#8230;. a poluição é o lucro de alguém.&#8221;<br />
                                                                                             Gary Snyder</em></p>
<p>São poucas informações?<em>  (Wu)</em></p>
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