
Esta revista é de 1947. Diretores de redação Joel Silveira e Lourival Coutinho. O conteúdo é de jornalismo político. A orientação é nitidamente Partidão (Partido Comunista Brasileiro). Trecho de abertura de uma das matérias:” Há poucos dias, o noticiarista do ‘Journal of Commerce’, de New York, divulgou a insatisfação dos círculos bancários daquela capital em virtude da ‘ expansão demasiada’ da indústria brasileira. E informa que há, pelo menos, o excesso de quinhentos bilhões de dólares em investimentos do Brasil na indústria do aço, construção de edifícios (…) Os centros novaiorquinos informaram que as obras de Volta Redonda… são sumamente custosas, devendo chegar ao custo de duzentos milhões de dólares (…)” — Número 2, página 15. Exemplar comprado em um dos sebos de PO.

“Nesse mundo, fora do alcance da visão de nós que vivemos no norte global, um complexo sistema de pilhagem obrigou mais de noventa países a adotarem programas de ‘ajuste estrutural’ desde os anos 80, ampliando como nunca o fosso que separa ricos e pobres. É um processo balizado de ‘construção nacional’ e ‘boa governança’ pelo ‘quarteto’ que domina a Organização Mundial do Comércio (Estados Unidos, Europa, Canadá e Japão) e o triunvirato de Washington (Banco Mundial, FMI e o Tesouro americano) que controla os mais ínfimos aspectos das políticas governamentais nos países em desenvolvimento. Seu poderio resulta em grande medida de uma dívida impossível de pagar, que força os países mais pobres a entregar 100 milhões de dólares diariamente a credores ocidentais. O resultado é um mundo no qual uma elite de menos de um bilhão de pessoas controla 80% da riqueza da humanidade. Os promotores disto são as corporações transnacionais dos meios de comunicação, americanas e européias, proprietárias ou gestoras das principais fontes mundiais de notícias e informação. Elas transformaram boa parte da ‘sociedade da informação’ numa era da mídia na qual extraordinários recursos tecnológicos possibilitam a constante repetição de informações politicamente ‘seguras’ que sejam aceitáveis para os ‘construtores de nações”. (do livro “Os novos senhores do mundo”, do jornalista australiano Jonh Pilger, editora Record)
só compre os autênticos, os piratas!!!

“Esta definitiva biografia afirma que a ficção – muito mais do que os fatos – que revela mais sobre Salinger, o patrono de uma geração!” – Oparay Magazine
O autor é Kennet Slawenski. Ele nasce em Nova Jersey, onde vive até hoje. Em 2004, criou o projeto DeadCaulfields com, site deticado à vida de J.D.Salinger que ganhou o prêmio de reconhecimento do The New York Times. Trabalhou durante oito anos construção desta biografia.
Para o crítico do Wall Street Journal ” Sr. Slawenski capturou a glória da vida de Salinger , coisa que ninguém conseguiu antes.”
A revista eletrônica Pontodevista , tirada da rede em função de processos movidos por um fotógrafo da Zero Hora (jornal Zerolândia), do grupo RBS (PRBS - Partido Rede Brasil Sul de Comunicação), em 2005 publicou uma seqüência de páginas sobre Salinger. Após a leitura de “Apanhador no Campo de Centeio”, lido em 1972 por indicação da presidente Dilma, logo após sair da cadeia, venho colecionado tudo que encontro sobre Salinger. LEIA MAIS AQUI. Embora tenha sido absolvido, em todas as instâncias da esfera criminal, continuo sob censura e submetido à multa diária de 150 reais caso comente algumas matérias do jornaleco. Mantivemos o desenho original das páginas sobre Salinger.
@@@@@@@@@@@@ junto leio a biografia de John Steinbeck, autor de “Vinhas da Ira”, livro de Jay Parini, editado pela Record. Na página 127 leio que ele (Steinbeck), assim como Scott Fitzgerald tinha intermináveis conflitos com a ortografia e a pontuação. Fico achando muita graça quando escuto alguém dizer que “não tem nenhuma dificuldade para escrever”. Tenho esta prática, segundo informações familiares, desde os dez/doze anos de idade. Nos últimos 40 anos todos os dias escrevo alguma coisa. Mas com a chegada do Twitter e, em breve, com o twitter do twitter vamos todos nos comunicar por gruiiiiiiinhindos, literários. Deve aumentar o número de “escritores”. É a democratização da superficialidade. Não digo do NADA que é uma coisa budista. O showrnalismo dos colunistas desta cidade, com raríssimas exceções, é lixo em todos os sentidos. As fotos de mulheres negras da coluna da esquerda foram capturadas na Internet, página negritabonita. Clique na imagem para ver melhor. Continuo refletindo sobre a possibilidade de abandonar todos os espaços virtuais. Sinto uma puta necessidade de ficar afastado – o mais tempo possível – das telas. É certo que a vida não está aqui. Um bom dia a todos. Vou dar uma aula e depois rua. Ou ficar, escondido, lendo. Minhas escrituras perderam a força das palavras como estiletes. Continuo impedido de dizer o que penso de alguns conteúdos. Saudações aos camaradas do Sindicato dos Jornalistas, embora ache que esse pessoal da rede de conivências corporativas já era. A solidariedade deles me colocaria sob suspeita. Quero distância do pessoal que escolhe o prêmio ARI-GÓ, da Associação Riograndense de Imprensa. Estão quase todos mofados. E não estou deprimido.