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notívago, boêmio, jornalista e fotógrafo

 O húngaro Brassaï fotografou esculturas para Plabo Picasso e produziu uma séria sobre o próprio artista para a crevista Life. Fez vários retratos de Henri Matisse.  Morreu, em Nive, na França em 1984.
Quando foi para os Estados Unidos conheceu os fotógrafos Robert Frank e Walter Evans.
As fotos foram reproduzidas da Revista FOTO  MAGAZINE, última edição, toda ela dedicada à fotografia p&p.

uma grande reportagem

Editores de Internacional dos showrnais deveriam ler com atenção estas três grandes reportagens. O de Zerolândia (jornal Zero Hora) então nem se fala.
Ia esquecendo de chamar a atenção dos showtógrafos. Este é o volume n.3 que acaba de chegar às livrarias.
Uma das melhores reportagens sobre o Afeganistão.
 Os livros são editados pela Conrad.
Do livro n.1, página 53. Observem que nunca o fotógrafo está armado por uma tele “ganhão”. Equipamento pequeno e leve.
Observem – mais uma vez – o fotógrafo com equipamento discreto, pequeno e leve. Fotos tiradas olho no olho. Do livro n.2 página 53.
Nos três livros temos texto, desenho e fotos em perfeito equilíbrio. Livro n.3 página 40.
E tem showtógrafo cascateiro que se vangloria de ter porte de arma. E anda armado. Mais uma vez chamo a atenção da simplicidade do equipamento. É sem exibição.

as fotos da coluna da esquerda são dos escritores Truman Capote com destaque para o livro “A sangue-frio”; Carlos Fuentes com destaque para “A morte de Artemio Cruz”; James Baldwin com “Numa terra estranha”; e por último Norman Mailer com destaque para toda a obra.

 

fotolivros latino-americanos

  O livro é editado pela Cosacnaify que, sempre, tem um super cuidado na produção de suas publicações. Este, em especial, deverá ser um livro de referência.
O primeiro é Pierre Verger em “Fiestas y danzas en el Cuzco e en los Andes”. Publicado em Buenos Aires em 1945 pela Editorial Sudamericana, com 148 fotografias em preto e branco, com a capa de  tecido.

lembrando do fotógrafo americano Elliott Erwitt

Foi com a lembrança de ter visto o livro com o trabalho de  Elliot Erwitt, considerado o cara que mais fotografou cães, um dos cinco exemplares da  primeira caixa com a obra de grande fotógrafos, edição da Cosacnaify que, ontem, sentado em um café  do Parque da Redenção (POA) fiz estas fotos por pura brincadeira. Digital, lente leica com regulagens no manual.