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do manual de civilidade para uso nas escolas, de Pierre Louÿs

1. Não diga: “Minha buceta.” Diga: “Meu coração.”
2. Não diga: “Estou com vontade de foder.” Diga: “Estou nervosa.”
3. Não diga: “Acabo de gozar como uma louca.” Diga: ”Sinto-me um pouco fatigada.”
4. Não diga: “Vou masturbar-me.” Diga: “Vou voltar.”
5. Não diga: “Quando eu tiver pentelho no cu.” Diga: ”Quando eu for grande.”
6. Não diga: “Eu prefiro a língua ao pau.” Diga: “Só gosto de prazeres delicados.”
7. Não diga: “Entre as reifeições só bebo porra.” Diga: ”Sigo uma dieta especial.”
8. Não diga: “Tenho doze consolos em minha gaveta.” Diga: “Nunca me entendio quando estou só.”
9. Não diga: “Os romances honestos me chateiam.” Diga: ”Eu gostaria de ter algo interessante para ler.”
10. Não diga: “Quando se lhe mostra uma pica, ela se zanga.” Diga: “É uma original.
11. Não diga: “É uma menina que se masturba até quase morrer.” Diga: “É uma sentimental.”
12. Não diga: “É a maior puta da terra.” Diga: “É a melhor menina do mundo.”
13. Não diga: “Ela deixa-se enrabar por todos aqueles que a masturbam.” Diga: “Ela flerta um pouco.”
14. Não diga: “Ela é uma lésbica raivosa.” Diga: “Ela não flerta de jeito nehum.”
15. Não diga: ” Eu a vi ser fodida pelos dois buracos.” Diga: ” é uma eclética.”

leia muito mais  a partir DAQUI.  São página produzidas para a revista eletrônica Pontodevista, do período anterior à censura. Mantivemos o desenho original das páginas. Caso algum botão não estabeleça o “linquem”, a razão se deve ao fato de que algumas páginas foram retiradas do servidor remoto em função das ações judiciais.

Toni Bentley foi bailarina na companhia de Goorge Ballantine New York City Ballet durante dez anos escreveu quatro trabalhos de não-ficção, todos selecionados pelo jornal The New York Times, como livros notáveis no ano de seu lançamento. A autora colabora com inúmeras publicações, incluindo os jornais The New York Times e Los Angeles Times e as Rolling Stone e Allure.

“O dele foi o primeiro. No meu cu. Não sei o tamanho exato, mas é definitivamente muito grande – de tamanho apropriado. De largura mediana, nem muito fino, nem muito grosso. Lindo. Minha bunda, minúscula como a de um rapazinho, rija e envolta por tecidos rígidos. Vinte e cinco anos de piruetas como bailarina. Desde os 4 anos, quando declarei guerra a meu pai pela primeira vez. Girar as pernas para fora dos quadris fotalece o assoalho pélvico como um saca-rolhas. Trabalhei minhas entranhas a vida inteira, de pé naquela barra de balé. Agora está tudo sendo destrambelhado. O pau dele, minha bunda, libertando-se. Divino. Quando ele me penetra eu deixo sair a tensão, milímetro por milímetro, puxando, apertando, segurando. Sou viciada em resistência física extrema, uma maratona de intensidade libertadora. Solto meus músculos, meus tendões, minha carne, minha raiva, meu ego, minhas regras, meus censores, meus país, minhas células, minha vida. Ao mesmo tempo puxo, sugo e o trago para dentro. Abrindo e sugando uma coisa só”. (pág.11)

a insustentável engenharia do desejo

hipóteses sobre a produção pornográfica audiovisual

de Douglas Rogério Anfra

“Seriam as nossas fantasias mais inconfessáveis a articulação de imagens fornecidas pelo repertório de uma indústria do desejo ou seriam os produtos da indústria do sexo a coleta e divulgação do segredo das camas divulgado à revelia? De qualquer forma, na pornografia há a sedução da imagem, que não atinge somente os meninos urbanos em fase de maturação, mas ambos os sexos e imaginários. As criações mais intensas e tudo aquilo que chocaria o repertório comum dos casais é posto e reposto com a sanha de um tipo de iluminismo fora de hora que permite a revelação do irrevelável. A quem se choca, a cena pornográfica apresenta o sexo em suas formas mais diversas como algo natural, mas que seria arcano à visão nublada pela moral. Vindo por todos os vãos, com todos os meios e extensões. O corpo assim exposto é passível à idéia transgressiva, material manipulável e disponível integralmente com tudo o que se têm ao jogo armado dos corpos jovens e violentos. Nada mais humano que o sexo sem limites. Esta instância apresentada que adere aos desejos inconfessados e assume a carapuça de um impulso natural. No entanto, algo acontece quando se apresenta o resultado da transgressão erótica do corpo. Primeiro, o ritual burguês e romântico da cena amorosa que enlaçaria os casais é desfeita, depois é realizada a dissolução da igualdade na comunhão amorosa fincada no contrato pela transgressão mútua e, enfim, aparece a repetição de um repertório facilmente reconhecido, dividido em categorias cada vez mais reduzidas e definidas. Partes de corpos interagindo em tipos definidos de ação premeditados, prêt-à-porter partilhados em massa que seguem um roteiro pré-definido. Basta ler a embalagem ou o nome do arquivo a baixar na internet. Falemos desta representação específica que não se assume.”  - trecho de abertura de um logo artigo – Leia mais a partir DAQUI.

só porque hoje é sábado

A foto e de Jan Saudex. Diz ele:” Para mim uma boa modelo é alguém que não é perfeito. Encontro-as em todo o lado, mas especialmente agora, com a Internet, tenho mulheres que se oferecem  todos os dias para posar. A Internet é fantástica; traz mais compradores, mais modelos … não tenho certeza do que erótico realmente significa. Se significa nus, tentei fotografa-los imediatamente que comecei a fotografar. Senti-me inspirado por Lewis Carroll…”

Na Grécia

Na quinta-feira, mais de dois mil estudantes marcharam nas ruas de
Atenas contra as medidas de austeridade que vão obrigar a cortes no setor
da educação e das universidades na Grécia e em solidariedade com a luta
dos estudantes britânicos. A polícia de choque usou a força para conter os
manifestantes.— Em frente à Embaixada britânica a polícia grega disparou
gás lacrimogêneo contra os estudantes. Um policial usou um extintor de
incêndio como cassetete para atacar os manifestantes. Houve feridos
durante os confrontos, sendo que cinco pessoas foram detidas e mais tarde
libertadas.— A manifestação antecede protestos marcados para 6 de
dezembro para assinalar dois anos da morte do jovem libertário Alexis
Grigoropulos, de 15 anos, pela polícia, que desencadeou os maiores
tumultos contra as forças da ordem nas últimas décadas no país.
Para 15 de dezembro as centrais sindicais gregas já convocaram uma greve
geral e são esperadas novas manifestações. AQUI UM VÍDEO. Material distrbuído por agência anarquista.

AQUI mais material fotográfico da manifestação em Atenas.

porque hoje é sábado

” A los dieciocho años empecé con esto porque conocí a una modelo que ser dedicaba a la fotografia erótica.”

“Sakiko mostra-nos mulheres através de um véu delicado que vela tudo dos corpos delas ao mesmo tempo que mantém os pensamentos, sentimentos e a identidade um mistério. Cada uma apática para o espectador mas ao mesmo assim não existe passividade nas poses delas.”
Kakiko Nomura  estudou fotografia na Universidade Kyushu Sangyo; e agora trabalha como assistente de Nobuyoshi Araki.   – do livro “The  new erotic Phofography” , da Taschen -

guerra no rio e o crime acuado e espetáculo da mídia

A cena de de cerca de uma centena de  ”marginais” em fuga de um morro para outro, no Rio de Janeiro, amplamente, apontada e comemorada pelos showrnalistas globais deveria ser motivo de uma radical reflexão. Me pergunto, por exemplo, como e porque motivos uma centena de jovens escolhem esse caminho e que relação teriam, de fato, com o crime organizado. Como que um país tão rico como o nosso tem só deixado como opção para estas pessoas a função social de desempregados-empregados-do-varejo-de-drogas? Diante das reivindicações da mídia, o Estado deveria colocar na cadeia  grande parte das populações da periferia das grandes cidades. Ninguém vai me convencer que o jovem, negro e favelado prefere morrer antes dos vinte anos vendendo “buchinhas” e “petecas” de pó do que ter uma vida digna como cidadão.

Porque hoje é sábado

DAVE NAZ  - “Fotografié mis primeiros desnudos em 1995. Un par de anõs depués trabajé como assistende de Richard Kerrn y a su lado aprendi una cuantas coisas sobre el negocio. a mayor parte de lo que hago en la actuaidade es en formado medi )Mamiya RZ67 ou 35mm (Nikon F100). Creo que la fortografia analógi es my superior a todo lo que se pode ofrecer la tecnologia digidal.” Dave foi criado no Weste Side de Los Angeles.  Diz ele: “a Internet oferece-me muitas oportunidades que seriam de outra forma difíceis de enontrar. Permite-me escolher a modelos porque  podem contactar-me através do meu website e posso solicitá-las imediatamente a se adequarem do projecto em que estou trabalhando.”  (do livro “The New Erotic  Photography, da editora TASCHEN)”
“Me ponen las curvas, las imperfecciones, la vulnerabilidade ye las mujeres que estãn guapas sin necessidade de maquillaje (…)”

as ideia do dia

O homem deve viver todo dia, ou ele não viverá nada. Sua felicidade e liberdade devem ser partes  do seu dia-a-dia. Qualquer solução, qualquer revolução, que nós propusermos deve ser orientada para o presente e não para o futuro para ser realmente revolucionária.

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