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	<title>Ponto de Vista &#187; Erotismo</title>
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	<description>blog Ponto de Vista - Wladymir Ungaretti, Porto Alegre - RS</description>
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		<title>carlos zéfiro voltou</title>
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		<pubDate>Wed, 21 Sep 2011 11:52:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>WU</dc:creator>
				<category><![CDATA[Erotismo]]></category>

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		<description><![CDATA[Estamos na reta final da leitura de &#8220;Os últimos soldados da guerra fria&#8221;, de Fernando de Moraes, editora Companhia das Letras. O livro é sobre a história dos cubanos infiltrados entre os exilados em Maimi; e que pela espionagem evitaram ações terroristas articuladas com a CIA em território cubano. Destaque  em nossa edição de número [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Estamos na reta final da leitura de &#8220;Os últimos soldados da guerra fria&#8221;, de Fernando de Moraes, editora Companhia das Letras. O livro é sobre a história dos cubanos infiltrados entre os exilados em Maimi; e que pela espionagem evitaram ações terroristas articuladas com a CIA em território cubano. Destaque  em nossa edição de número 34 da revista eletrônica de número 34, de maio de 2005, entre outros tantos temas é &#8220;Libertem os cubanos&#8221;. Outro destaque é &#8220;Carlos Zéfiro voltou&#8221;. <a title="n.34" href="http://www.pontodevista.jor.br/arquivo/edicao34.htm" target="_blank">Leiam esta edição AQUI.</a></p>
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		<title>não diga: &#8220;estou com vontade de foder&#8221;</title>
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		<pubDate>Wed, 17 Aug 2011 09:15:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>WU</dc:creator>
				<category><![CDATA[Erotismo]]></category>
		<category><![CDATA[Sem  Categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[diga: &#8220;estou nervosa.&#8221; Da revista eletrônica Pontodevista, antes do processo de censura resultante de uma ação movida por um funcionário com 35 anos de éééérrriibeéééccci &#8211; jornal Zero Hora: LEIA AQUI, da sessão erotismo, com o desenho original da época. No processo criminal, em todas as instâncias, não foi considerado crime nenhuma de nossas críticas, assim como o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>diga: &#8220;estou nervosa.&#8221;</h2>
<p><a href="http://www.pontodevista.jor.br/blog/wp-content/uploads/diaboC1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-10188" title="diaboC" src="http://www.pontodevista.jor.br/blog/wp-content/uploads/diaboC1.jpg" alt="" width="567" height="413" /></a>Da revista eletrônica Pontodevista, antes do processo de censura resultante de uma ação movida por um funcionário com 35 anos de éééérrriibeéééccci &#8211; jornal Zero Hora: <a href="http://www.pontodevista.jor.br/erotismo/ero11AA.htm">LEIA AQUI</a>, da sessão erotismo, com o desenho original da época. No processo criminal, em todas as instâncias, não foi considerado crime nenhuma de nossas críticas, assim como o uso de apelidos amplamente conhecidos em toda a categoria.</p>
<p><a href="http://www.pontodevista.jor.br/blog/wp-content/uploads/diaboD1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-10204" title="diaboD" src="http://www.pontodevista.jor.br/blog/wp-content/uploads/diaboD1.jpg" alt="" width="560" height="428" /></a><a href="http://www.pontodevista.jor.br/blog/wp-content/uploads/textpB3.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-10205" title="textpB" src="http://www.pontodevista.jor.br/blog/wp-content/uploads/textpB3.jpg" alt="" width="567" height="179" /></a>Página 53 do livro &#8220;Tratado de ateologia&#8221;, de Michel Onfray, Martins Fontes.</p>
<h2><span style="color: #ff00ff;">Imagens</span></h2>
<p><span style="color: #ff00ff;">As imagens da coluna da esquerda são do arquivo do jornal Última Hora. A primeira delas é uma manifestação pela celebração do Dia Nacional de Pequim, em 01.10.1960;  a seguir, manifestação popular no funeral do presidente Getúlio Vargas, em agosto de 1954;  a &#8220;banda&#8221; os Mutantes, em dezembro de 1970; e, por último, uma cena do filme &#8220;Terra em Transe&#8221;. de Glauber Rocha com os atores Jardel Filho e Modesto de Souza, em 1967.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>não diga: &#8220;minha boceta.&#8221; diga: &#8220;meu coração.&#8221;</title>
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		<pubDate>Tue, 16 Aug 2011 08:50:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>WU</dc:creator>
				<category><![CDATA[Erotismo]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma  semana de imagens da arte erótica. Indicações de textos e de absoluto comprometimento com as ideias, as vontades, as propostas, as subjetividades diabólicas. Na revista eletrônica Pontodevista, publicada durante 7 anos, editávamos mensalmente imagens e textos sobre erotismo. Abandonamos a edição da revista pela impossibilidade de  &#8221;limpeza&#8221; do material censurado por determinação da Justiça. Mantivemos apenas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.pontodevista.jor.br/blog/wp-content/uploads/diaboA1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-10157" title="diaboA" src="http://www.pontodevista.jor.br/blog/wp-content/uploads/diaboA1.jpg" alt="" width="468" height="529" /></a>Uma  semana de imagens da arte erótica. Indicações de textos e de absoluto comprometimento com as ideias, as vontades, as propostas, as subjetividades diabólicas.<br />
<a href="http://www.pontodevista.jor.br/blog/wp-content/uploads/diaboB1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-10162" title="diaboB" src="http://www.pontodevista.jor.br/blog/wp-content/uploads/diaboB1.jpg" alt="" width="567" height="255" /></a> Na revista eletrônica Pontodevista, publicada durante 7 anos, editávamos mensalmente imagens e textos sobre erotismo. Abandonamos a edição da revista pela impossibilidade de  &#8221;limpeza&#8221; do material censurado por determinação da Justiça. Mantivemos apenas o Blogpontodevista. No processo criminal a decisão, em todas instâncias, foi pela nossa absolvição. Nenhuma de nossas críticas, bem como o uso de apelidos amplamente conhecidos, em toda a categoria, foi considerado crime. A ação, na esfera cível ainda em andamento, mantém uma multa de 150 reais diários caso descumpra a determinação de não criticar algumas falcatruas cometidas pelo jornal Zero Hora, da éééérrrrribéécccci<a href="http://www.pontodevista.jor.br/erotismo/ero27AAA.htm">. LEIA AQUI </a> uma das páginas de erotismo da revista com o desenho original.<br />
<a href="http://www.pontodevista.jor.br/blog/wp-content/uploads/textoA1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-10179" title="textoA" src="http://www.pontodevista.jor.br/blog/wp-content/uploads/textoA1.jpg" alt="" width="567" height="255" /></a> Página 52 do livro &#8220;Tratado de ateologia&#8221;, de Michel Onfray, editora Martins Fontes.</p>
<h2>Imagens</h2>
<p><span style="color: #ff0000;">As imagens da coluna da esquerda são do arquivo do jornal Última Hora. A primeira delas é uma manifestação pela celebração do Dia Nacional de Pequim, em 01.10.1960;  a seguir, manifestação popular no funeral do presidente Getúlio Vargas, em agosto de 1954;  a &#8220;banda&#8221; os Mutantes, em dezembro de 1970; e, por último, uma cena do filme &#8220;Terra em Transe&#8221;. de Glauber Rocha com os atores Jardel Filho e Modesto de Souza, em 1967.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>imagens são (sempre) politizadas</title>
		<link>http://www.pontodevista.jor.br/blog/2011/05/ainda-pratico-com-alguma-frequencia-acoes-revolucionarias/</link>
		<comments>http://www.pontodevista.jor.br/blog/2011/05/ainda-pratico-com-alguma-frequencia-acoes-revolucionarias/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 27 May 2011 08:07:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>WU</dc:creator>
				<category><![CDATA[Erotismo]]></category>

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		<description><![CDATA[para entender a atual dispersão ção nos estalos do gelo e nos blocos se desintegrando, em vez de nos concentrarmos no submarino emergente. Eis a razão por tendemos a falar em &#8220;decadência&#8221; da sociedade, em vez de falarmos  em &#8220;emergência&#8221; da sociedade. Tendemos a denunciar a decadência da família, da classe, do povo (decadência do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>para entender a atual dispersão</h2>
<p><a href="http://www.pontodevista.jor.br/blog/wp-content/uploads/emergenteA.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-9043" title="emergenteA" src="http://www.pontodevista.jor.br/blog/wp-content/uploads/emergenteA.jpg" alt="" width="567" height="279" /></a><span style="color: #ff0000;">ção nos estalos do gelo e nos blocos se desintegrando, em vez de nos concentrarmos no submarino emergente. Eis a razão por tendemos a falar em &#8220;decadência&#8221; da sociedade, em vez de falarmos  em &#8220;emergência&#8221; da sociedade. Tendemos a denunciar a decadência da família, da classe, do povo (decadência do tecido social) em vez de tentarmos captar o novo que surge. E, quando nos engajamos politicamente, tendemos a chutar os cavalos mortos (&#8220;machismo&#8221;, a &#8220;luta de classe&#8221;, &#8220;nacionalismo&#8221;), em vez de analisarmos criticamente a nova estrutura.</span></p>
<h2>esta esquerda tradicional que aí está morreu faz tempo</h2>
<p>&#8221; &#8230; é que os novos revolucionários são &#8216;imaginadores&#8217;, eles produzem e manipulam imagens&#8230;. os novos revolucionários são fotógrafos, programadores, filmadores, gente de vídeo, gente de software, e técnicos, progamadores, críticos, teóricos e outros que colaboram com os produtores de imagens. Toda essa gente procura injetar valores, &#8220;politizar&#8221; as imagens, a fim de  criar uma sociedade digna dos homens.&#8221;    (de Vilém Flusser)</p>
<p><a href="http://www.pontodevista.jor.br/blog/wp-content/uploads/visãoA1.jpg"><br />
</a></p>
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		</item>
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		<title>do manual de civilidade para uso nas escolas, de Pierre Louÿs</title>
		<link>http://www.pontodevista.jor.br/blog/2011/04/do-manual-de-civilidade-para-uso-nas-escolas-de-pierre-louys/</link>
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		<pubDate>Fri, 15 Apr 2011 09:19:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>WU</dc:creator>
				<category><![CDATA[Erotismo]]></category>

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		<description><![CDATA[1. Não diga: &#8220;Minha buceta.&#8221; Diga: &#8220;Meu coração.&#8221; 2. Não diga: &#8220;Estou com vontade de foder.&#8221; Diga: &#8220;Estou nervosa.&#8221; 3. Não diga: &#8220;Acabo de gozar como uma louca.&#8221; Diga: &#8221;Sinto-me um pouco fatigada.&#8221; 4. Não diga: &#8220;Vou masturbar-me.&#8221; Diga: &#8220;Vou voltar.&#8221; 5. Não diga: &#8220;Quando eu tiver pentelho no cu.&#8221; Diga: &#8221;Quando eu for grande.&#8221; 6. Não diga: [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>1. Não diga: &#8220;Minha buceta.&#8221; Diga: &#8220;Meu coração.&#8221;<br />
2. Não diga: &#8220;Estou com vontade de foder.&#8221; Diga: &#8220;Estou nervosa.&#8221;<br />
3. Não diga: &#8220;Acabo de gozar como uma louca.&#8221; Diga: &#8221;Sinto-me um pouco fatigada.&#8221;<br />
4. Não diga: &#8220;Vou masturbar-me.&#8221; Diga: &#8220;Vou voltar.&#8221;<br />
5. Não diga: &#8220;Quando eu tiver pentelho no cu.&#8221; Diga: &#8221;Quando eu for grande.&#8221;<br />
6. Não diga: &#8220;Eu prefiro a língua ao pau.&#8221; Diga: &#8220;Só gosto de prazeres delicados.&#8221;<br />
7. Não diga: &#8220;Entre as reifeições só bebo porra.&#8221; Diga: &#8221;Sigo uma dieta especial.&#8221;<br />
8. Não diga: &#8220;Tenho doze consolos em minha gaveta.&#8221; Diga: &#8220;Nunca me entendio quando estou só.&#8221;<br />
9. Não diga: &#8220;Os romances honestos me chateiam.&#8221; Diga: &#8221;Eu gostaria de ter algo interessante para ler.&#8221;<br />
10. Não diga: &#8220;Quando se lhe mostra uma pica, ela se zanga.&#8221; Diga: &#8220;É uma original.<br />
11. Não diga: &#8220;É uma menina que se masturba até quase morrer.&#8221; Diga: &#8220;É uma sentimental.&#8221;<br />
12. Não diga: &#8220;É a maior puta da terra.&#8221; Diga: &#8220;É a melhor menina do mundo.&#8221;<br />
13. Não diga: &#8220;Ela deixa-se enrabar por todos aqueles que a masturbam.&#8221; Diga: &#8220;Ela flerta um pouco.&#8221;<br />
14. Não diga: &#8220;Ela é uma lésbica raivosa.&#8221; Diga: &#8220;Ela não flerta de jeito nehum.&#8221;<br />
15. Não diga: &#8221; Eu a vi ser fodida pelos dois buracos.&#8221; Diga: &#8221; é uma eclética.&#8221;</p>
<p><a href="http://www.pontodevista.jor.br/erotismo/ero1.htm">leia muito mais  a partir DAQUI</a>.  São página produzidas para a revista eletrônica Pontodevista, do período anterior à censura. Mantivemos o desenho original das páginas. Caso algum botão não estabeleça o &#8220;linquem&#8221;, a razão se deve ao fato de que algumas páginas foram retiradas do servidor remoto em função das ações judiciais.</p>
<p><a href="http://www.pontodevista.jor.br/blog/wp-content/uploads/eroti36.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-8100" title="eroti36" src="http://www.pontodevista.jor.br/blog/wp-content/uploads/eroti36.jpg" alt="" width="308" height="135" /></a>Toni Bentley foi bailarina na companhia de Goorge Ballantine New York City Ballet durante dez anos escreveu quatro trabalhos de não-ficção, todos selecionados pelo jornal The New York Times, como livros notáveis no ano de seu lançamento. A autora colabora com inúmeras publicações, incluindo os jornais The New York Times e Los Angeles Times e as Rolling Stone e Allure.</p>
<p>&#8220;O dele foi o primeiro. No meu cu. Não sei o tamanho exato, mas é definitivamente muito grande &#8211; de tamanho apropriado. De largura mediana, nem muito fino, nem muito grosso. Lindo. Minha bunda, minúscula como a de um rapazinho, rija e envolta por tecidos rígidos. Vinte e cinco anos de piruetas como bailarina. Desde os 4 anos, quando declarei guerra a meu pai pela primeira vez. Girar as pernas para fora dos quadris fotalece o assoalho pélvico como um saca-rolhas. Trabalhei minhas entranhas a vida inteira, de pé naquela barra de balé. Agora está tudo sendo destrambelhado. O pau dele, minha bunda, libertando-se. Divino. Quando ele me penetra eu deixo sair a tensão, milímetro por milímetro, puxando, apertando, segurando. Sou viciada em resistência física extrema, uma maratona de intensidade libertadora. Solto meus músculos, meus tendões, minha carne, minha raiva, meu ego, minhas regras, meus censores, meus país, minhas células, minha vida. Ao mesmo tempo puxo, sugo e o trago para dentro. Abrindo e sugando uma coisa só&#8221;. (pág.11)</p>
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		<title>a insustentável engenharia do desejo</title>
		<link>http://www.pontodevista.jor.br/blog/2010/12/a-insustentavel-engenharia-do-desejo/</link>
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		<pubDate>Sat, 04 Dec 2010 08:54:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>WU</dc:creator>
				<category><![CDATA[Erotismo]]></category>

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		<description><![CDATA[hipóteses sobre a produção pornográfica audiovisual de Douglas Rogério Anfra &#8220;Seriam as nossas fantasias mais inconfessáveis a articulação de imagens fornecidas pelo repertório de uma indústria do desejo ou seriam os produtos da indústria do sexo a coleta e divulgação do segredo das camas divulgado à revelia? De qualquer forma, na pornografia há a sedução da imagem, que não atinge [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>hipóteses sobre a produção pornográfica audiovisual</h2>
<p>de Douglas Rogério Anfra</p>
<p>&#8220;Seriam as nossas fantasias mais inconfessáveis a articulação de imagens fornecidas pelo repertório de uma indústria do desejo ou seriam os produtos da indústria do sexo a coleta e divulgação do segredo das camas divulgado à revelia? De qualquer forma, na pornografia há a sedução da imagem, que não atinge somente os meninos urbanos em fase de maturação, mas ambos os sexos e imaginários. As criações mais intensas e tudo aquilo que chocaria o repertório comum dos casais é posto e reposto com a sanha de um tipo de iluminismo fora de hora que permite a revelação do irrevelável. A quem se choca, a cena pornográfica apresenta o sexo em suas formas mais diversas como algo natural, mas que seria arcano à visão nublada pela moral. Vindo por todos os vãos, com todos os meios e extensões. O corpo assim exposto é passível à idéia transgressiva, material manipulável e disponível integralmente com tudo o que se têm ao jogo armado dos corpos jovens e violentos. Nada mais humano que o sexo sem limites. Esta instância apresentada que adere aos desejos inconfessados e assume a carapuça de um impulso natural. No entanto, algo acontece quando se apresenta o resultado da transgressão erótica do corpo. Primeiro, o ritual burguês e romântico da cena amorosa que enlaçaria os casais é desfeita, depois é realizada a dissolução da igualdade na comunhão amorosa fincada no contrato pela transgressão mútua e, enfim, aparece a repetição de um repertório facilmente reconhecido, dividido em categorias cada vez mais reduzidas e definidas. Partes de corpos interagindo em tipos definidos de ação premeditados, prêt-à-porter partilhados em massa que seguem um roteiro pré-definido. Basta ler a embalagem ou o nome do arquivo a baixar na internet. Falemos desta representação específica que não se assume.&#8221;  - trecho de abertura de um logo artigo &#8211; Leia mais a <a href="http://contrun.noblogs.org/post/2009/08/26/a-insustent-vel-engenharia-do-desejo/">partir DAQUI</a>.</p>
<h2>só porque hoje é sábado</h2>
<p><a href="http://www.pontodevista.jor.br/blog/wp-content/uploads/sabado3.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-6016" title="sabado3" src="http://www.pontodevista.jor.br/blog/wp-content/uploads/sabado3-300x218.jpg" alt="" width="300" height="218" /></a>A foto e de Jan Saudex. Diz ele:&#8221; Para mim uma boa modelo é alguém que não é perfeito. Encontro-as em todo o lado, mas especialmente agora, com a Internet, tenho mulheres que se oferecem  todos os dias para posar. A Internet é fantástica; traz mais compradores, mais modelos &#8230; não tenho certeza do que erótico realmente significa. Se significa nus, tentei fotografa-los imediatamente que comecei a fotografar. Senti-me inspirado por Lewis Carroll&#8230;&#8221;</p>
<h2>Na Grécia</h2>
<p><a href="http://www.pontodevista.jor.br/blog/wp-content/uploads/1588388.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-6022" title="1588388" src="http://www.pontodevista.jor.br/blog/wp-content/uploads/1588388-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a>Na quinta-feira, mais de dois mil estudantes marcharam nas ruas  de<br />
Atenas contra as medidas de austeridade que vão obrigar a cortes no  setor<br />
da educação e das universidades na Grécia e em solidariedade com a  luta<br />
dos estudantes britânicos. A polícia de choque usou a força para conter  os<br />
manifestantes.&#8212; Em frente à Embaixada britânica a polícia grega  disparou<br />
gás lacrimogêneo contra os estudantes. Um policial usou um extintor  de<br />
incêndio como cassetete para atacar os manifestantes. Houve  feridos<br />
durante os confrontos, sendo que cinco pessoas foram detidas e mais  tarde<br />
libertadas.&#8212; A manifestação antecede protestos marcados para 6  de<br />
dezembro para assinalar dois anos da morte do jovem libertário  Alexis<br />
Grigoropulos, de 15 anos, pela polícia, que desencadeou os  maiores<br />
tumultos contra as forças da ordem nas últimas décadas no  país.<br />
Para 15 de dezembro as centrais sindicais gregas já convocaram uma  greve<br />
geral e são esperadas novas manifestações. <a href=" http://www.youtube.com/watch?v=BEz5J5ks_Zg&amp;feature=player_embedded ">AQUI UM VÍDEO</a>. Material distrbuído por agência anarquista.</p>
<p><a href="http://athens.indymedia.org/front.php3?lang=el&amp;article_id=1231003">AQUI mais material fotográfico da manifestação em Atenas.</a></p>
]]></content:encoded>
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