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	<title>Ponto de Vista &#187; Artes</title>
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	<description>blog Ponto de Vista - Wladymir Ungaretti, Porto Alegre - RS</description>
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		<title>30 anos da morte de Glauber Rocha</title>
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		<pubDate>Thu, 25 Aug 2011 09:01:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>WU</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes]]></category>

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		<description><![CDATA[No último dia 22  muito pouco foi publicado &#8211; pelos jornais &#8211; sobre os 30 anos da morte do cineasta Glauber Rocha. Quando foi assinalado os 25 anos de sua morte, a Revista Eletrônica Pontodevista editou uma sequência de páginas. Este material foi retirado da rede com todo o conteúdo da revista em função de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No último dia 22  muito pouco foi publicado &#8211; pelos jornais &#8211; sobre os 30 anos da morte do cineasta Glauber Rocha. Quando foi assinalado os 25 anos de sua morte, a Revista Eletrônica Pontodevista editou uma sequência de páginas. Este material foi retirado da rede com todo o conteúdo da revista em função de ações judiciais movidas por um funcionário da RBS. Era impossível realizarmos a &#8220;limpeza&#8221; determinada pela Justiça para que não tivéssemos que pagar uma multa diária de 150 reais diários. Ainda estamos submetidos a esta determinação por uma ação que corre na esfera Cível. <span style="color: #ff0000;">Fomos absolvidos, em todas as instâncias na esfera criminal, com uma decisão que aponta para o fato de que nada do conteúdo da revista poderia ser considerado crime. Inclusive o uso do apelido do showtógrafo autor das ações. Como já assinalamos milhares de vezes, a autoria do apelido não é nossa e com esta denominação ele é conhecido em toda a &#8220;catigoria&#8221;.</span> Graças aos deuses não recebi manifestações de apoio de nenhum dos integrantes da rede de conivências corporativa &#8211; Sindicato dos Jornalistas, Fenaj , ARI (promotora do premio ARI-Gó). Estaria sob suspeita em caso contrário. Todo o meu trabalho &#8211; oito anos de conteúdo  produzido &#8211; voltado para o ensino de jornalismo foi para o lixo.<a title="glauber rocha" href="http://www.pontodevista.jor.br/Especiais/glauber1.htm" target="_blank"> LEIAM MAIS GLAUBER ROCHA AQUI. </a></p>
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		<title>arte e anarquia</title>
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		<pubDate>Tue, 08 Mar 2011 09:39:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>WU</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes]]></category>

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		<description><![CDATA[COSMOCOCA: HÉLIO OITICICA E A SUA PRIMA COCA Beatriz Helena Scigliano Carneiro Paulo, 1994, Galeria São Paulo, redes nordestinas coloridas, ficar deitado largado ouvindo som pesado: postura canabis. Observar nas quatro paredes ao alto MOMENTOS- FRAME. O rosto de Hendrix marcado por trilhas de branco pó que se alternam desenhando padrões diversos. Canivetes. Giletes. Indicam [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div><strong><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; color: #ff0000; font-size: medium;">COSMOCOCA: HÉLIO OITICICA E A<br />
SUA PRIMA COCA</span></strong></div>
<div><em><strong><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; color: #ff0000; font-size: x-small;">Beatriz Helena Scigliano  Carneiro</span></strong></em></div>
<p>Paulo, 1994, Galeria São Paulo, redes nordestinas coloridas, ficar deitado largado ouvindo som pesado: postura canabis. Observar nas quatro paredes ao alto MOMENTOS- FRAME. O rosto de Hendrix marcado por trilhas de branco pó que se alternam desenhando padrões diversos. Canivetes. Giletes. Indicam a presença de mão humana na distribuição das carreiras pelas fotos. Trilhas brilhantes, em slides rítmicos, maquilando o rosto, como se fossem parte do desenho. Pela primeira vez em vinte anos pode-se fruir de uma proposição de Hélio Oiticica, COSMOCOCA CC5 Hendrix War, feita junto com Neville de Almeida, o cineasta. Oiticica viveu intensamente sua vida-obra de 1937 a 1980. Neto do anarquista José Oiticica, herdou o senso de que liberdade se exerce pela ação. Um dos artistas brasileiros mais atuantes, recentemente tem sido reconhecido no circuito de arte internacional contemporânea. Seu conceito de arte estende-se para além da obra, do objeto de arte para a vida. <a href="http://www.pontodevista.jor.br/geral/cosmococaA.htm">Leia mais a partir DAQUI </a>com o desenho original do Sítio Pontodevista, em abril de 2003, antes da censura. É uma seqüência de oito páginas.<br />
<a href="http://coletivocatarse.blogspot.com/"></a></p>
<p><a href="http://coletivocatarse.blogspot.com/">A GRANDE FESTA CARNAVALESTA</a> <a href="http://coletivocatarse.blogspot.com/">DESTAQUE PARA CARTACAPITAL.</a> <a href="http://coletivocatarse.blogspot.com/">AQUI.</a></p>
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		<title>o espetáculo imobiliza</title>
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		<pubDate>Fri, 19 Nov 2010 06:33:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>WU</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes]]></category>

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		<description><![CDATA[Do artista alemão Daim que começou a pintar com spray em 1989. A inspiração para  suas pinturas vem dos seus estudos sobre  fotorealismo, obras sulrrealistas e da obra de Van Gogh. olhando a vida passar O curioso de um espetáculo é como ele imobiliza os espectadores: assim como a imagem, ele faz sua atenção, seus [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.pontodevista.jor.br/blog/wp-content/uploads/painel1.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-5557" title="painel1" src="http://www.pontodevista.jor.br/blog/wp-content/uploads/painel1-270x300.jpg" alt="" width="270" height="300" /></a>Do artista alemão Daim que começou a pintar com spray em 1989. A inspiração para  suas pinturas vem dos seus estudos sobre  fotorealismo, obras sulrrealistas e da obra de Van Gogh.</p>
<h2>olhando a vida passar</h2>
<p>O curioso de um espetáculo é como ele imobiliza os espectadores: assim como a imagem, ele faz sua atenção, seus valores e suas vidas girar ao redor de algo que não eles mesmo. Eles os mantém ocupados sem mantê-los ativos, faz eles se sentirem envolvidos sem dar-lhes o controle.  Dá para imaginar uma série de de exemplos disso: programas de televisão, filmes de ação, revistas de fofoca, esporte profissional, democracia representativa e Igreja Católica.</p>
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		<title>COLETIVO CRIMIDÉIAS</title>
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		<pubDate>Tue, 16 Nov 2010 08:34:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>WU</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes]]></category>

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		<description><![CDATA[De acordo com a lenda, o Coletivo Crimidéia começou numa manhã ensolarada de maio quando um futuro trabalhador do grupo (nome ocultado para proteger o culpado) pegou a caroneira Nadia C em seu caminho para o trabalho. Os dois acabaram em uma conversa tão intensa que ele passou reto pelo seu local de trabalho em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>De acordo com a lenda, o Coletivo Crimidéia começou numa manhã ensolarada de maio quando um futuro trabalhador do grupo (nome ocultado para proteger o culpado) pegou a caroneira Nadia C em seu caminho para o trabalho. Os dois acabaram em uma conversa tão intensa que ele passou reto pelo seu local de trabalho em direção ao campo, onde fizeram uma longa caminhada e continuaram conversando. No final da caminhada, ele ligou para seu chefe do seu telefone celular, pediu demissão, e então jogou o telefone ao lado da estrada. No espírito do momento, os dois decidiram começar uma revolução naquele local e instante. Cabalistas do Coletivo Crimidéia interpretam a história como uma alegoria representando a união da classe trabalhadora oprimida com a resistência radical/boêmia, mas Nadia insiste que realmente aconteceu.</p>
<h2>TENHA SUAS PRÓPRIAS CrimIDéIAS.</h2>
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		<title>imagem&amp;poesia</title>
		<link>http://www.pontodevista.jor.br/blog/2010/10/imagempoesia/</link>
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		<pubDate>Fri, 08 Oct 2010 09:19:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>WU</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes]]></category>

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		<description><![CDATA[cegueira a sombra resiste ao movimento da pálpebra. obscuro é o linguajar desse espaço ilimitado e sem fronteiras, no qual o olhar se lança não há propósito ou concordância nas cores, tampouco segredo ou mistérios: as pertubações vêm do imaginário o contato com dons sagrados pertence mais à poesia que ao poeta, as visões são [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>cegueira</h2>
<p>a sombra resiste ao movimento da pálpebra.</p>
<p>obscuro é o linguajar desse espaço ilimitado</p>
<p>e sem fronteiras, no qual o olhar se lança</p>
<p><a href="http://www.pontodevista.jor.br/blog/wp-content/uploads/a-luz-chega1a.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-4765" title="a luz chega1a" src="http://www.pontodevista.jor.br/blog/wp-content/uploads/a-luz-chega1a.jpg" alt="" width="503" height="283" /><br />
</a>não há propósito ou concordância nas cores,<br />
tampouco segredo ou mistérios:<br />
as pertubações vêm do imaginário</p>
<p>o contato com dons sagrados pertence<br />
mais à poesia que ao poeta,<br />
as visões são mundanas</p>
<p>e quando os pesares se vão<br />
a Luz chega</p>
<p>sonia regina /em 19.01.2010<br />
foto wu/da série luminosidades</p>
<p><a href="http://www.pontodevista.jor.br/blog/wp-content/uploads/Sem-tituloA-preto2.png"><img class="alignnone size-full wp-image-4785" title="Sem tituloA-preto" src="http://www.pontodevista.jor.br/blog/wp-content/uploads/Sem-tituloA-preto2.png" alt="" width="489" height="733" /></a></p>
<p><a href="http://www.pontodevista.jor.br/blog/wp-content/uploads/grafismos1.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-4788" title="grafismos1" src="http://www.pontodevista.jor.br/blog/wp-content/uploads/grafismos1.jpg" alt="" width="503" height="283" /><br />
</a><a href="http://www.pontodevista.jor.br/blog/wp-content/uploads/grafismos2.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-4789" title="grafismos2" src="http://www.pontodevista.jor.br/blog/wp-content/uploads/grafismos2.jpg" alt="" width="502" height="437" /><br />
</a>Sonia regina é poetiza,  editora de <a href="http://laboratoriodapalavra2.blogspot.com/">Laboratório da Palavra</a> e de <a href="http://nanquin.blogspot.com/">Letras et cetere</a>, tem o <a href="http://pousio.blogspot.com/">blog Pousio</a>.  Leiam em Pousio o texto &#8220;Poesia e Verso&#8221;, de Vilém Flusser.</p>
<p>&#8221; Do mesmo modo que a linguagem, cuja função é, segundo Deleuze e Guattari, menos informar ou comunicar do que transmitir palavras de ordem, a fotografia-documento terá servido menos à informação e à comunicação do que à transmissão de uma ordem visual. &#8216;<span style="color: #ff0000;">Dirigir o olho</span>&#8216; tornou-se inseparável da designação e prevaleceu sobre a representação, e mesmo sobre o testemunho.<span style="color: #ff0000;"> Os jornais e as revistas </span>não definem somente o que é &#8216;<span style="color: #ff0000;">preciso</span>&#8216; pensar, reter, esperar, compreender ou saber; eles indicam, com a ajuda da fotografia-documento, <span style="color: #ff0000;">aquilo que deve ser visto, e como deve ser visto</span>. A informação é apenas o suporte, ou o pretexto, necessário à emissão, à transmissão e à observação de prescrições visuais.&#8221; Do livro &#8220;A fotografia &#8211; entre documento e arte contemporânea&#8221;, de André Roillé, editora Senac.</p>
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		<title>obras com no máximo cinco milímetros</title>
		<link>http://www.pontodevista.jor.br/blog/2010/10/obras-com-no-maximo-cinco-milimetros/</link>
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		<pubDate>Tue, 05 Oct 2010 08:42:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>WU</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes]]></category>

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		<description><![CDATA[textos e fotos do site do coletivo intervenções &#8220;É comum intervenções urbanas apresentarem sempre grandes dimensões, exatamente para conseguir chamar a atenção das pessoas no ambiente caótico das metrópoles. No entanto, alguém bastante talentoso rompeu com essa tendência, optando pela sutileza. Trata-se do inglês Slinkachu, um artista urbano ao estilo Bansky: nada de fotos nem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>textos e fotos do site do coletivo intervenções</h2>
<p>&#8220;É comum intervenções urbanas apresentarem sempre grandes dimensões, exatamente para conseguir chamar a atenção das pessoas no ambiente caótico das metrópoles. No entanto, alguém bastante talentoso rompeu com essa tendência, optando pela sutileza. Trata-se do inglês Slinkachu, um artista urbano ao estilo Bansky: nada de fotos nem nome divulgados. CLIQUE NAS IMAGENS.<br />
<a href="http://www.pontodevista.jor.br/blog/wp-content/uploads/slinkachu1.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-4588" title="slinkachu1" src="http://www.pontodevista.jor.br/blog/wp-content/uploads/slinkachu1.jpg" alt="" width="300" height="199" /><br />
</a><a href="http://www.pontodevista.jor.br/blog/wp-content/uploads/slinkachu2.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-4589" title="slinkachu2" src="http://www.pontodevista.jor.br/blog/wp-content/uploads/slinkachu2.jpg" alt="" width="300" height="205" /></a><br />
O mais incrível é que após fotografada para o blog do artista, a obra é deixada para trás, sofrendo as consequências do tempo ou de um pedestre desavisado. Mesmo por que, Slinkachu se tornou conhecido e reuniu milhares de fãs pelo mundo justamente por causa do seu blog, que vale muito a pena ser visitado. Já suas instalações não têm a mesma sorte, perdem-se pelo caminho, sendo que na maioria das vezes sequer são notadas.&#8221;<br />
<a href="http://www.pontodevista.jor.br/blog/wp-content/uploads/slinkachu3.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-4590" title="slinkachu3" src="http://www.pontodevista.jor.br/blog/wp-content/uploads/slinkachu3.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a><br />
<a href="http://www.pontodevista.jor.br/blog/wp-content/uploads/slinkachu4.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-4591" title="slinkachu4" src="http://www.pontodevista.jor.br/blog/wp-content/uploads/slinkachu4.jpg" alt="" width="239" height="300" /></a></p>
<p><a href="http://bronx1985.wordpress.com/2010/03/10/o-projeto-little-people-de-slinkachu/">Leia mais a partir DAQUI.</a></p>
<h2>da fotógrafa Elizavela  Porodine</h2>
<p>ela é de origem russa, morando na atualidade na cidade de Munique, Alemanha. Suas fotos impressionam pelo uso de luminosidades. A origem da postagem é do blog Espaço Imoral.<br />
<a href="http://www.pontodevista.jor.br/blog/wp-content/uploads/elizaveta1.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-4633" title="elizaveta1" src="http://www.pontodevista.jor.br/blog/wp-content/uploads/elizaveta1-300x199.jpg" alt="" width="300" height="199" /></a></p>
<p><a href="http://www.flickr.com/photos/elizavetap/">PARA VER MAIS É AQUI.</a></p>
<h2>de uma das tantas DERIVAS fotográficas</h2>
<p><a href="http://www.pontodevista.jor.br/blog/wp-content/uploads/wu3.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-4647" title="wu3" src="http://www.pontodevista.jor.br/blog/wp-content/uploads/wu3-300x289.jpg" alt="" width="300" height="289" /><br />
</a>Autoria Wu. Em lomography, máquina Diana F+, filme 120mm Fujicolor Superia X-TRA 400, foco em infinito, abertura para dias de sol, negativo 6&#215;6 , imagem &#8220;escaneada&#8221;,  corte mínimo na parte inferior, leve diminuição do contraste. Rua da Praia, centro de Porto Alegre, em direção à Praça da Alfândega.</p>
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