não mudou nada
O problema não foi resolvido. Só mudaram a cracolândia de lugar até a nova ofensiva repressiva dos aparelhos do Estado.
Jornal “Folha de São Paulo”, edição de segunda-feira, 30.01.2012, página C3.
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O problema não foi resolvido. Só mudaram a cracolândia de lugar até a nova ofensiva repressiva dos aparelhos do Estado.
Jornal “Folha de São Paulo”, edição de segunda-feira, 30.01.2012, página C3.
Confronto e massacre, em Pinheirinho, São José dos Campos (SP), Folha de SP, 23.01.2012, pág C1. A foto mostra o ”olhar” da polícia. Na edição não tinha o “olhar” dos manifestantes.
Jovens indianas daçam em festa comemorativa do Dia da Repúbica, em Nova Déli, Folha de SP, 27.01.2012, pág.C12. Imagem desfocada e plasticamente bonita.
Pinheirinho, São José dos Campos (SP), 23.0.2012, capa da Folha de SP. A regra não foi a polícia protegendo as pessoas, mas agredindo. Esta foto, na capa, passa uma subjetividade em que os manifestantes vandalizam e a polícia presente como agente do bem.
Violência na Cracolândia paulista. Capa do jornal “Estadão”, em 05.01.2012. A subjetividade desta foto é de que a polícia é condescendente com os usuários e que não age com violência.
Jornal “Estadão”, caderno cidades, pág C3, em 12.01.2012. Uma população de marginais, de pessoas que estão à margem da sociedade, negros e mestiços e, fundamentalmente, pobres.
Jornal “Estadão”, dia 14.01.2012, capa co foto da violência na Cracolândia paulista. Uma imagem que mostra o que, de fato, aconteceu no processo de “limpeza” da cidade. A foto mostra a “eficiência e ação” do aparelho policial que “protege” a sociedade. Esta é a subjetividade.
Cracolândia paulista, Caderno Cotidiano, pág C3 em 06.01.2012, jornal “Folha de SP”. O convívio com a miséria que “incomoda e pertuba” as pessoas do bem.
Verão de 2012. Centro de Porto Alegre, sede de mais um Fórum Social Mundial. No Largo Glênio Peres, temperatura é de 32 graus já no meio da manhã. Prédio reformado na esquina da rua Voluntários da Pátria.
Folha de São Paulo, edição de sábado, 07 de janeiro de 2012, pág.E7. Ela dizia que ” Marilyn intuitivamente sabia mais sobre fotografia do que qualquer um. O que se vê é o que ela quer mostrar, e ela sempre mostrava mais do que qualquer outro mostraria.”
Jornal Folha de São Paulo, edição de 20.01.2012, pág. B8.
A Kodak, em 1975, inventa a primeira câmera digital, mas não lança o produto comercialmente para proteger o negócio da venda de filmes.
as fotos da coluna da esquerda são de um cd com uma coleção de cinco mil postais franceses do início do século passado.