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30 anos da morte de Glauber Rocha

No último dia 22  muito pouco foi publicado – pelos jornais – sobre os 30 anos da morte do cineasta Glauber Rocha. Quando foi assinalado os 25 anos de sua morte, a Revista Eletrônica Pontodevista editou uma sequência de páginas. Este material foi retirado da rede com todo o conteúdo da revista em função de ações judiciais movidas por um funcionário da RBS. Era impossível realizarmos a “limpeza” determinada pela Justiça para que não tivéssemos que pagar uma multa diária de 150 reais diários. Ainda estamos submetidos a esta determinação por uma ação que corre na esfera Cível. Fomos absolvidos, em todas as instâncias na esfera criminal, com uma decisão que aponta para o fato de que nada do conteúdo da revista poderia ser considerado crime. Inclusive o uso do apelido do showtógrafo autor das ações. Como já assinalamos milhares de vezes, a autoria do apelido não é nossa e com esta denominação ele é conhecido em toda a “catigoria”. Graças aos deuses não recebi manifestações de apoio de nenhum dos integrantes da rede de conivências corporativa – Sindicato dos Jornalistas, Fenaj , ARI (promotora do premio ARI-Gó). Estaria sob suspeita em caso contrário. Todo o meu trabalho – oito anos de conteúdo  produzido – voltado para o ensino de jornalismo foi para o lixo. LEIAM MAIS GLAUBER ROCHA AQUI. 

páginas em apoio ao MST

A revisa eletrônica Pontodevista, no período de oito anos com edições mensais, durante o período anterior aos processos movidos por um funcionário com 35 anos de éééérrrrriiiiiiiiibbbbéccccccccci (Partido Rede Brasil Sul de Comunicações) possuia uma editoria específica para acompanhar as ações do MST e a cobertura correspondente realizada pela mídia corporativa. Este trabalho de nomitoramento era realizado pelo Centro de Estudos das Sacanagens da Mídia Corporativa. Ganhamos, na esfera criminal, em todas as instâncias a ação, mas continuamos por determinação da esfera Cível impedidos de realizar críticas a algumas matérias do jornaleco até os dias de hoje, sendo que em caso de descumprimento estamos submetidos à uma multa diária de 150 reais. Estamos disponibilizando estas páginas, com o desenho original da época, mas caso algum “linque” ou botão não funcione se deve ao fato de termos sido obrigados a retirar algumas páginas de circulação. Recomendamos a navegação sempre a partir do índice que estamos públicando.   PÁGINAS DE APOIO AO MST A PARTIR DAQUI.

Álbum da revista Pontodevista

Uma das editorias da antiga revista Pontodevista era de fotojornalismo. Com a instauração dos processos movidos por um funcionário da errriiiibécccciiiii – Partido Rede Brasil Sul de Comunicações -fomos obrigados a retirar tudo do ar pela impossibilidade de realização da “limpeza” determinada pela Justiça. Ganhamos o processo na esfera criminal, em todas as instâncias, mas ainda corre o cível, onde fica determinado uma multa diária de 150 reais diários caso realize críticas na linha adotada.  A partir daí passamos a trabalhar apenas com o Blogpontodevista. Colocamos “na lata do lixo” oito anos de nosso trabalho na revista destinada ao ensino de JORNALISMO. Visite a partir DAQUI o Álbum fotográfico da antiga revista Pontodevista. Páginas com o desenho original.

texto escrito com os estiletes da alma

dispensa qualquer resposta

Estou caindo fora de todos os espaços virtuais. Fico fora do “face”. Vou apenas responder as mensagens e aceitar novos amigos, mas não com a frequência diária. Fico fora, também,  do “twitter” que – diga-se de passagem – já não vinha utilizando muito. Estou pensando dar uma “arrumada” no desenho do BlogPontodevista, assim como na parte editorial. Não tenho nada definido. Estarei respondendo e-mails, preparando e dando as minhas aulas. E sempre fotografando. Se tudo correr como espero estarei reocupando todos estes espaços a partir de outubro.  Está tudo bem de saúde comigo. E não estou deprimido. Retomo a academia três vezes por semana.  É hoje. Preciso de uma disciplina guerrilheira. Busco, sem nenhuma ansiedade,  todas as formas de me desintoxicar. Preciso retomar a vida com o ar puro das manhãs – ainda  com o escuridão das madrugadas de inverno – invadindo todo o meu querer. Indo embora o frio vou para as Derivas estradeiras. A estas alturas da vida só procuro as felicidades possíveis de serem encontradas nas coisas bem simples. Possíveis de se converterem em palavras mágicas. As que sempre perseguimos e que traduzem encantamento.  Com uma certa alegria percebo – ao escrever – que toda a minha vida é essa procura. Como já disse , em outras ocasiões,  não tenho nada a reclamar. O fluxo cósmico, periodicamente, altera sua direção.  Sem arrogância e nenhuma pretensão, as experiências que se sucedem só me tornam mais enciclopédico. E mais doce.  Afinal, com 63 já é possível começar a pensar assim. A sensibilidade é total e à flor da pele. Um mundo de gente saca isso e um mundo de gente não saca nada. Não importa. Sigo aprendendo a me movimentar entre simpatias, antipatias, amores e ódios. E se por onde passo não consigo fazer a diferença não é por falta de intensidade, mas por não saber tudo do mundo e da vida.  Sou um aprendiz ou melhor um descobridor. E se chegar a ficar bem velhinho, com alguma lucidez e este espírito louco, talvez venha a pedir desculpas, pela milésima vez,  por ter a pretensão de querer chegar à sabedoria com absoluta singularidade.  É o meu caminhar. (Wu)