um espaço anarcofotográfico
Inaugurado com uma “paella” o espaço ANARCOFOTOGRÁFICO WU
Ela foi uma das que mais se divertiu na abertura do espaço. Bebeu todas e durante todo o tempo se movimentou com a máxima desenvoltura.
Um clima etílico de muita descontração durante toda a festa.
Tenho que agradecer ao Igor por me colocar em contato com as meninas desta nova geração de anarquistas.
do final do dia: “Dezenas de jovens pobres, negros, armados de fuzis, marcham em fuga, pelo meio do mato. Não se trata de uma marcha revolucionária, como a cena poderia sugerir em outro tempo e lugar. Eles estão com armas nas mãos e as cabeças vazias. Não defendem ideologia. Não disputam o Estado. Não há sequer expectativa de vida. Só conhecem a barbárie. A maioria não concluiu o ensino fundamental e sabe que vai morrer ou ser presa. As imagens aéreas na TV, em tempo real, são terríveis: exibem pessoas que tanto podem matar como se tornar cadáveres a qualquer hora.”




