derivas, fotocolagens e mapas
quero minha liberdade de crítica. por ela já passei dois anos na cadeia
Codeak nasceu em Londres, mas hoje vive em Augsburo, na Alemanha. Seu primeiro contato com o grafite se em em 1984. Diz ele: ‘ antes de tudo, eu delimito um campo tematicamente amplo’. Faço experiências com ele, usando abordagens particulares” – clique na imagem -
“A DERIVA seria uma apropriação do espaço urbano pelo pedestre através da ação de andar sem rumo,. A psicogeografia estudava o ambiente urbano, sobretudo os espaços públicos, através das derivas e tentava mapear os diversos comportamentos afetivos diante dessa ação básica de caminha na cidade. Aquele ‘que pesquisa e transmite as realidades psicogreográficas era considerado um ‘psicogeógrafo’. E psicogeográfico seria o ‘ que manifesta a ação direta do meio geográfico sobre a afetividade …. a psicogeografia seria então uma geografia afetiva. subjetiva, que buscava cartografar as difeentes ambiênias psíquicas provocadas basicamente pelas deambulações urbanas que eram as derivas situacionistas… algumas dessas derivas eram fotografadas – algumas de suas fotocolagens eram vistas como mapas….” (do livro “Apologia da Deriva – Internacional Situacionista, ed. Casa da Palavra)
Em um verdadeiro curso de JORNALISMO, como prática efetiva de subversão, uma boa parte das aulas seriam realizadas em DERIVAS. Um verdadeiro choque de realidade que contribuiria para o processo de seleção. A menina que sonha em dar as condições do tempo, na TV PRBS, arrepiaria na Vila dos Papeleiros. E o garotão que sonha com o espetacular do Globo esporte se convenceria que no máximo vai conseguir ser assessor de imprensa de um clube da quinta divisão. É vender a alma ou o ostracismo. Cursinho técnico de comunicologia, no interior do campus da saúde (UFRGS), sem o convívio diário com a área de ciências humanas, é o ambiente apropriado para a formação de comunicólogos para a mídia corporativa. Pontodevista continua sob censura. Embora tenha ganho, em primeira instância, a ação movida por um funcionário com 35 anos de Zero Hora, estou submetido a uma multa diária de 150 reais caso comente algumas matérias. Se não posso comentar algumas coisas não comento porra nenhuma. E nem estou mais interessado, na verdade.
quero minha liberdade de crítica. Por ela já passei dois anos na cadeia.
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A ideia central é de causar distúrbios em todos os ambientes eletrônicos. Deslocamentos rápidos em permanentes ações guerrilheiras. A mídia corporativa terá que ampliar suas equipes de monitoramento. Serão várias bolinhas de gude jogadas contra o canhão deles. Antes de mais nada, um grande divertimento. A revolução que queremos não é um sacrifício, mas uma grande festa regada por muitas e muitas ideias criminosas. Um espaço da CrimeIdeias.






