cartier-bresson: o século moderno
“Cartier-Bresson não estava presente na fundação da Magnum porque ele estava em trânsito havia quase três meses, na primavera e verão de 1947, fotografando por todos os Estados Unidos – sua primeira incursão pelo gênero de grande reportagem que se tornaria seu modo favorito de trabalhar.”

Dessau, Alemanha, abril de 1945
“Tanto Capa como Rodger já haviam trabalhado no Oriente, mas fazia sentido para Cartier-Bresson ser o representante da Magnum na Ásia. Sua mulher, uma dançarina e poeta cujo nome artístico era Ratna (ou Retna) Mohini era natural de Java e fora para Paris em 1936. Em Nova York, no ano de 1946, ela e Cartier-Bresson firam amigos de responsáveis elas negociações com as Nações Unidfas sobre a possível independência da Indonésia, e fizeram outros contados que também se mostrariam úteis na Índia. Ratna fazia apresentações, traduzia, realizava pesquisas, controlava inúmeros detalhes logísticos (e, embora mulçumana, sempre lembrava seu marido de colocar na mala seu exemplar do Bhagavad Gita, quando ia viajar). Bresson afirmou repetidas vezes que sem ela não haveria obtido tanto sucesso.”

Xangai, 1959
Textos e fotos do maravilhoso livro “Henri Cartier-Bresson – o século moderno”, de Peter Galassi, tradução de Cid Knipel, Museu de Arte Moderna de Nova York, edição da Cosanaify.
Em agosto de 2004, a revista eletrônica Pontodevista publicou uma seqüência sobre a obra de Cartier-Bresson. Com o desenho original da época VISITE AQUI.
na coluna da esquerda as fotos – Cartier-Bresson
1. visita do general De Gaulle, Munique, 1962
2. Richard Avedon, Carmel Snow e Marie-Louise, Paris, 1951
3. Coroação do rei George VI, Londres, 1937
4. Manifestação estudantil, Paris, junho de 1968





Fotolouco — 24/08/2010 @ 11:52
Bresson é coração na fotografia. O espetáculo, exibicionismo e cartografia repressora que marca o fotoshowrnalismo atual, nega isso. Ironicamente, esse show da imagem é a referência crescente nos cursos de comunicologia.