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o espírito diabólico, humano

“Definiremos portanto a Terra como o propósito da máquina celeste. O diabo criou os céus, para criar a terra. E criou a Terra, para criar a vida. E criou a vida, para criar a humanidade. E criou a humanidade, para criar o espírito humano, esse espírito que conhece o Bem e o mal, portanto o campo do pecado. Em outras palavras: a Terra é o palco do pecado. É ela a oficina na qual o diabo forja a sua arma para a conquista da realidade: o espírito humano. Essa obra forjada continua progredindo, e a arma ainda está longe de ser perfeita.

Há dezenas de milhares de anos o diabo afia e amola o espírito humano, para aperfeiçoá-lo. Os pecados capitais são os abrasivos. O produto acabado, o espírito humano perfeitamente diabólico, e um ideal por ora não alcançado. Mas essa perfeição diabólica é o propósito da Terra.” Em “Tratado de ateologia”, de Michel Onfray temos o ENSINAR O FATO ATEU, AQUI. Páginas com o desenho original da revista Pontodevista, antes das ações movidas, na Justiça, por um funcionário com 35 anos de RBS/jornal Zero Hora.

O rio de janeiro, a polícia e a propina

Escrevemos na postagem de ontem (segunda-feira) que as Unidades de Polícia Pacificadoras (UPPs) “ocuparam” alguns morros, no Rio de Janeiro, em função da perda de poder do tráfico, decorrente da queda no consumo de cocaína. O tráfico cedeu espaço por perda de poder de fogo e por ter menos grana para repassar como propina aos policiais. E estes para compensar intensificaram as atividades das milícias, compostas por policiais e ex-policiais, controladores da distribuição de gás, botijões de água mineral, gato da Net e até do transporte realizando por motos. Há um convívio pacífico entre Unidades e Milícias. Quando ocorre algum conflito é pela divisão do “achaque”. Destacamos ainda o episódio da morte do músico Rafael Mascarenhas, filho da atriz Cissa Guimarães, ocasião em que policiais pediram uma propina de 10 mil reais para “resolver” a questão. Pois ainda ontem, no noticiário da noite de uma das redes televisivas, após uma sequência de 4 notícias da área policial, todas do Rio de Janeiro, o apresentador destacou que em três delas policiais solicitaram proprina. Existe uma lógica em tudo isso. Estamos reproduzindo a visão que nos foi passada por velhos jornalistas e fotógrafos, assim como comentários de jovens jornalistas, todos ex-alunos. Estamos juntando pontas de um processo em que a mídia corporativa “fragmenta a realidade” para nos impor uma “realidade construída” em função de seus interesses. O “verdadeiro” deles é sempre o falso. Estes interesses estão sempre na direção do fortalecimento dos aparelhos repressivos e da hegemonização de subjetividades reacionárias. Estão fazendo de tudo para que se imponha uma discussão sobre a proposta de criação de um Ministério da Segurança Pública. Mais uma estrutura de repressão. Uma nova fábrica de propinas. A “esquerda” eleitoral vai dizer não à criação de novos aparelhos repressivos?  Não. Introjeta o consenso.  Não é vanguarda de porra nenhuma.

Nunca tenho a pretensão de dono da verdade. Não se trata de uma observação formal. Mas é preciso que se quebre este avassalador consenso imposto pela mídia corporativa. Estamos fechados com o Diabo. Ele é altamente subversivo. OBSCURO MONOTEÍSMO, AQUI Do livro “Tratado de Ateologia”, de Michel Onfray.

uma semana endiabrada

“… a luxúria como primeiro e mais antigo dos pecados, porque é graças a ela que o diabo se encarnou na matéria morta para eliminar a divindade. A distância filosófica, aquilo que portanto que a Igreja chama de ‘tristeza ou preguiça’, ou ‘dégagement’, para falarmos modernamente, será considerado o último e o maior dos pecados, porque denota no qual o homem se supera a si mesmo para se fundir inteiramente com o o diabo. (passe o rato na imagem para ver melhor)

…. a ira será considerada uma conseqüência da impotência da luxúria ininterrupta. A gula é outra forma de luxúria, uma luxúria sublimada mas, dada essa sublimação, transferi para outra camada da realidade. A inveja será concebida como a antítese dialética da avareza, e ambos esses pecados como conseqüência da gula.”

A soberba, nova mudança de camada, será considerada como virada reflexiva dos pecados sociais, por como ‘ensimesmamento’. A tristeza ou preguiça, é uma virada completa,  é portando luxúria negativa, negação da vida, Luxúria e preguiça, os dois pólos magnéticos dos pecados, são portanto antitéticos num sentimento fundamental que inveja e avareza. É nessa tensão dialética  fecha-se o círculo mágico dos pecados… como se trata de círculo, pode ser penetrado a partir de qualquer ponto e, conduzirá sempre, embora gire, infalivelmente ao inferno.”

uma semana dedicada a ele, o Diabo

“Os pecados capitais formam uma única torrente que se desfralda por baixo e por cima da humanidade para arrastá-la rumo ao progresso.”

UMA SEMANA DE FRASES NO TWITTER – Convocados para a reunião pessoal das correntes psicodélica, caos mágico, anarquistas discordantes, místicos da cerveja, maconheiros e fadas. Queremos cometer crimes não como libertinagem estúpida, mas crimes estéticos, crimes por amor, crimes que funcionem como poesia. A luta política contra o sistema não é mais no espaço físico. É no ciberespaço. Barricadas são do século passado. Procura-se hackers. Não leia ZH. Você já se perguntou, hoje, qual será a transgressão a ser cometida? Ainda não? Tá correndo risco de virar Bundão. A paixão moribunda e doentia pelo trabalho é a causa da degeneração de nossas forças vitais e das misérias sociais de nosso tempo. A guerra antiimperialista e a emancipação sexual andam de mãos dadas. Foder e atirar são as mesmas coisas! Segundo Baader – do Baader Meinhof. O real não está nas páginas dos jornalões. Showrnalismo é ficção. “Que seria de nós sem o auxílio das coisas que não existem, que imaginamos?… precisamos de abismos entre nós.” de Paul Valéry Um bom dia. O JORNALISMO não existe no vazio. Os jornalistas têm uma função social. Ou são subversivos ou são Bundões. Não tem meio termo. Imagens do livro “Erótica”, de Gilles Néret, editora Taschen. Citações, idéias, frases, expressões decorrem da leitura do livro”A história do Diabo”, de Vilém Flusser, editora Annablume. O Diabo é imortal. A expectografia do niillismo é AQUI. Texto do livro “Tratado de Ateologia”, de Michel  Onfray.

o verdadeiro da mídia corporativa é o falso


Este é o “jornalismo” das aparências e das obviedades. Foto da capa de Zerolândia dominical, edição 25.07.2010. Realidade construída pelo jornal. Uma “matéria jornalística” para manutenção do clima de tensão, embora light.  Estive no Rio de Janeiro por uma semana, recentemente. O que eu escutei de velhos jornalistas, de fotógrafos e de jovens jornalistas (ex-alunos) não bate com a matéria. Segundo estas pessoas, a queda do consumo de cocaína em cerca de 40% (pelas mais variadas razões , tendência idêntica que ocorre nos EUA) reduziu o poder de fogo do tráfico e o volume de propina a ser repassada ao aparelho represssivo. As Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs) “ocuparam” os morros pela perda de poder do tráfico. Estes jornalistas, também, relatam que para compensar a perda de grana da propina,  as Unidades convidem pacificamente com as milícias (policiais e ex-policiais). Estas controlam a distribuição do gás, botijões de água mineral, gato da Net e até o transporte por motos. O tráfico é que impede a expansão do consumo de crack na comunidade. No asfalto estão vendendo as drogas sintéticas. Não necessariamente envolvendo “traficantes” do morro. Tá rolando até o velho LSD. O showrnalismo de ZH é de direita. É instrumento de propaganda do aparelho repressivo. Eles sugerem uma falsa realidade.  Insistimos na ideia: o verdadeiro deles é sempre o falso. Não vamos nem tocar em outros aspectos da questão. A eliminação física, por exemplo, de sucessivas gerações é parte do “sucesso” dos “pacificadores”. Circulei pela Lapa, Feira de São Cristovão, São João do Meriti, Vila Mimosa, bailes funcks, quadra da Portela e em um morro da Penha.  Só andei pelas “bocadas”.  Todo o tempo procurando o risco. Em nenhum momento me senti ameaçado e quase não vi polícia nas ruas. Quero distância deste tipo de postagem, mas não podia deixar passar essa. Mil desculpas.

não por ser filho de uma global

Nenhuma linha – e esta deveria ser a matéria dominical de três páginas – sobre a morte do músico Rafael Mascarenhas, filho da atriz Cissa Guimarães, episódio em que a Polícia pediu 10 mil reais de propina para liberar o estudante Rafael Bussamra, responsável pelo atropelamento.  Isso acontece todos os dias nas principais cidades do país. Classe média fazendo pega. E o “achaque”  da polícia. Só ganhou destaque por envolver uma mãe global. É o mesmo discurso de que a prática da tortura é coisa de desvio de conduta de um ou outro policial. Não. A tortura é uma prática, sistemática, do aparelho repressivo de Estado. Me espanta que ex-militantes de esquerda, torturados durante a ditadura, não tenham uma posição clara diante do que ocorre nas delegacias e presídios do nosso país. A linha que divide polícia/bandido é muito tênue. Não é novidade. Os policiais já identificados e presos deverão ser expulsos. Já devem ter escolhido em que milícia vão atuar logo que termine a bronca. Desde o tempo das páginas de polícia de Última Hora este é o filme.  O showrnalismo é conivente. Zero Hora merece mais um prêmio ARI-GÓ (Associação Riograndense de Imprensa) com esta belezura de matéria. Raríssimas vezes o jornalismo policial enfrenta o aparelho repressivo. O Caco Barcellos já falou coisas interessantes sobre esta conivência.

diante do poder do grupo esta crítica é um peido

Carta a Diego Rivera

“Por acaso vi uma certa carta, num certo casado, pertencente a um certo homem, vinda de uma certa dama da distante e maldita Alemanha. Acho que deve ser a dama que Willi Valentiner mandou para cá para se divertir e com ‘propósitos’ científicos , ‘artísticos’ e ‘arqueológicos’… que me deixou zangada e, para lhe dizer a verdade, enciumada… Por que tenho que ser tão teimosa e obstinada, a ponto de não compreender que as cartas, os problemas com as saias, as professoras… de inglês, as modelos ciganas, as ajudante de ‘boa vontade’, as discípulas interesssadas na ‘arte de pintar’ e as mulheres plenipotenciárias, mandadas de lugares distantes são simplesmente piadas…

e que, lá no fundo, você e eu, nos amamos muito? Mesmo que vivenciemos aventuras intemináveis, rachaduras nas portas, ‘referênciais’ a nossas mães e queixas intermináveis, acaso não estamos sempre sabendo que amamos um ao outro? Acho que o que está acontecendo é que sou meio estúpida e tola, porque todas essas coisas aconteceram e se repetiram nos sete anos que vivemos juntos. Toda essa raiva simplesmente me fez compreender melhor que eu o amo mais do que a minha própria pele, e que, embora você não me ame tanto assim , pelo menos me ama um pouquinho  - não é? Se isto não for verdade, sempre terei a esperança de que possa ser, e isto me basta…. Ame-me um pouco. Eu adoro você   Frieda.

mensagem urgente da REDE


Para evitar um erro operacional em uma ação já desencadeada, a REDE está solicitando a divulgação urgente desta mensagem para que a mesma possa se lida a tempo pelo Agrupamento Tático Operacional. Destruir é um essencial ato que exige alta criatividade.

semana preguiçosa, criativa e de transgressões

Foi uma boa semana. Todos os dias foram marcados por alguma transgressão contra o sistema. A favor da vida. Contra esta doença terrível que empurra, cegamente, todos para o trabalho. Nos momentos mais culturais me dediquei à leitura do “Direito à Preguiça”, de Paulo Lafargue. O livro começa com o discurso de Lenin nos funerais de Paul e Laura Lafargue, em três de dezembro de 1911. Este panfleto circulou pela primeira vez no jornal L’Égalité, em 1880. Lafargue era  de origem cubana. Casou com Laura Marx. Sim, filha do velho barbudo. Não leia o jornal Zero Hora. O verdadeiro deles é o falso. Participou ativamente da Comuna de Paris. Como diz   J.L. Borges reorganizar uma biblioteca é um maravilhoso exercício de crítica. Com o passar dos anos fico cada vez mais confuso. Cada vez tenho menos certezas. Meus dias são marcados por dúvidas.Estou sempre envolvido em intermináveis diálogos com espíritos mortos e vivos. Os fantasmas são divertidos. Possuem humor. Você é uma mulher fascinante. Estão  imunizados contra a epidemia do trabalho.

para esta sexta-feira, Walt Whitman

Cheio de vida, hoje, compacto, visível,
Eu, com quarenta anos de idade no ano oitenta e três dos Estados,
A ti, dentro de um século ou de muitos séculos,
A ti, que não nasceste, procuro.
Estás lendo-me. Agora o invisível sou eu,
Agora és tu, compacto visível, quem intui os versos e me procura,
Pensando em como seria feliz se eu pudesse ser teu companheiro
Sê feliz como se eu estivesse contigo
(não tenhas muita certeza de que não estou contigo)

Não procure entender ou descobrir a lógica de tudo isso

Quem busca sabedoria, que a busque onde se aloja; não tenho a pretensão de possuí-la. O que aí se encontra é produto de minha fantasia; não viso explicar ou elucidar as coisas que comento, mas tão somente mostrar-me como sou. Talvez venha a conhecer a fundo um dia, ou as tenha conhecido, se por acaso andei por onde elas se esclarecem. Mas já não as recordo. Embora seja capaz de tirar proveito do que aprendo, não o retenho na memória: daí não poder assegurar a exatidão de minhas citações. Que se veja nelas, apenas, o grau de meus conhecimentos atuais. Não se preste atenção à escolha das matérias que discuto, mas tão-somente à maneira como as trato. E, no que tomo de empréstimo aos outros, vejam unicamente se soube escolher algo capaz de realçar ou apoiar a idéia que desenvolvo, a qual, sim é sempre minha. Não me inspiro nas citações; valho-me delas para corroborar o que digo e não sei tão bem expressar, ou por insuficiência da língua ou fraqueza dos sentidos. Não me preocupo com a quantidade e sim com a qualidade das das citações. Se houvesse querido tivera reunido o dobro. Provêm todas, ou quase todas, dos autores antigos que hão de reconhecer embora não os mensione. Quanto às razões, às comparações e aos argumentos que transplanto para meu jardim, e confundo com os meus, omiti muitas vezes, voluntariamente, o nome dos autores, a fim de pôr um freio nas ousadias desses críticos apressados que se espojam nas obras de escritores vivos e escritas nas língua de todo munto, o que dá a quem queira o direito de as atacar e insinuar que planos e idéias sejam tão vulgares quando o estilo; e eu quero que dêem um piparote nas ventas de Plutarco pensando dar nas minhas, e que insultem Sêneca de passagem…

INTELECTUAL VALORIZAVA A PREGUIÇA

Em novembro de 1967, a ditadura comendo solta no país, a revista Civilização Brasileira publica um número especial todo dedicado à “Revolução Russa – cinqüenta anos de história.”

O sumário é de dar água na boca. Textos de Roger Garaudy, Georg Lukács, Louis Aragon, Leon Trotski, Lênin, Mário Pedrosa, Astrojildo Pereira, entre outros. Um depoimento especial de Edgard Leuenroth. Apresentação de Ênio Silveira. Nos tempos atuais, a publicação de uma revista idêntica, guardadas as proporções, seria denunciada por um possível financiamento do BFAP (Banco de Financiamento das Atividades de Pirataria).

Em setembro de 1968,  ditadura comendo solta, a revista publica uma edição especial toda dedicada aos acontecimentos relacionados à invasão da Tchecoslováquia pela URSS. A edição é um verdadeiro dossiê com documentos das respectivas posições dos principais PCs do mundo. Documento do próprio movimento que ficou conhecido como a Primavera de Praga. Uma revista destas, nos tempos atuais, guardadas as proporções, além de não chegar às bancas e livrarias, seria denunciada por possíveis conexões com o Centro de Estudos Comparados das Sacanagens da Mídia Corporativa.

subjetividades reacionárias hegenomizadas pela mídia

Sim. Isso mesmo. Vivemos um regime de ditadura midiática. Veículos de comunicação que hegemonizam subjetividades reacionárias. Bens simbólicos produzidos por técnicos diplomados em comunicologia. Estruturas sindicais coptadas e burocratizadas. Não estamos afetados pela conjuntura eleitoral. Entre a direita troglodita e a direta civilizada ficaremos sempre com a civilizada. A elite (inteligente do país) expressa suas posições, pelo menos em parte,  na CartaCapital. O resto é praticamente só lixo. Por isso mesmo, as colunas guerrilheiras do Movimento de Libertação Vodu Revolucionário devem continuar realizando deslocamentos na clandestinidade. Não perdendo de vista o internacionalismo, estreitando seus vínculos com a Liga Internacionalista dos Exus Esquerdistas. A guerrilha midiática é um método homeopático. A luta política contra o sistema não se dá mais no espaço físico. Barricadas é coisa do século passado. A disputa é no ciberespaço. Estude para ser um hacker. A coluna deve golpear sem se mover, sempre estimulando o zen da discórdia. Lembrando Ho Chi Minh: ” será (pelo menos por um bom tempo) a luta entre um tigre e um elefante. Se o tigre parar, o elefante o pisoteará, mas o tigre não pára. O tigre, durante o dia, se esconde na selva, e sai somente à noite. Assim, agride o elefante e dilareça as suas costas pedaços por pedaços, depois some na sombra. O elefante morre por causa do esgotamento e do sangue perdido.” Os showrnalistas caçadores de releases,  devem ser atraídos para “iscas fascinantes” e, aparentemente de forma casual. Precisam se manter com a sensação de donos do mundo. JORNALISTAS, treinados pelos movimentos sociais na prática da guerrilha midiática, ficarão encarregados da liberação das “abobrinhas”,  das perfumarias. Uma puta sarro com a cara dos Bundões. A Jamaica é um vasto território livre e a embriaguez provocada pelo vinho é mágica.

Reforcem suas posições contra a prática doentia do trabalho. Aumentem a pressão por mais espaços para as atividades preguiçosas. Não façam nada  correndo. Páginas com o desenho original da revista eletrônica Pontodevista, período anterior à censura. TERRORISMO POÉTICO É AQUI.

Não esqueça de bolar uma ação de transgressão para ser cometida ao longo do dia. Perdendo este hábito você estará correndo o sério risco de virar Bundão.