derivas e derivações
Deixei de lado, hoje, a sequência de postagens diabólicas. Ontem, bem cedo, fui para uma Deriva estradeira, de moto. E à tarde aconteceu uma Deriva fotográfica sob os vapores do álcool e não em dose excessiva. Andei pelo centro da cidade (PO) buscando luminosidades. Pura vagabundagem. Absoluta irresponsabilidade. Uma dia de intensidades. Um dia inteiro caminhando sem rumo, sem qualquer propósito. Depois de tudo, música. Um Bob Marley para baixar a frequência.



Passe o rato.
“Uma derrota definitiva do diabo (por inconcebível que seja) seria uma catástrofe cósmica irremediável. O mundo se dissolveria. Mas a nossa tradição nos ensina que o mundo foi criado por Deus. Começamos a perceber os motivos positivos do diabo. E os motivos divinos continuam obscuros. Já agora intuímos, o fato de que o diabo é-nos muito mais próximo que o Senhor, e que seguir o diabo é muito mais cômodo e simples do que perseguir os obscuros caminhos divinos.” (do livro “A história do diabo”, de Vilém Flusser, da ediora Annablume)
estamos com ele, um subversivo de tempo integral
ABAIXO A INTELIGÊNCIA, AQUI. Do livro “Tratado de ateologia”, de Michel Onfray. Páginas com o desenho original da antiga revista eletrônica Pontodevista.








