A FORÇA DE HAKIM BEY

A foto é de Paulo Garcez. A legenda: “Era díficil para Nelson Cavaquinho passar com sua dor, porque seu caminho vivia pontilhado de sorrisos. As pessoas sentiam prazer na sua companhia: era delicioso ouvi-lo falar e, mais ainda, cantar, com aquela voz oxigenada por milhões de cigarros, biritas e noitadas na Lapa e na Mangueira – vide ao seu redor, Carlos Caçacha, Sérgio Cabral, Cartola e dona Zica. E nem sempre era possível distinguir se aquele braço que se via em primeiro plano era Nelson Cavaquinho ou de seu violão”. Esta legenda foi escrita por Ruy Castro. (do livro A arte do Encontro)
O texto UM ENCONTRO COM HAKIM BEY vai ganhando espaço na Internet, além de acréscimos. No caso ilustrações interessantíssimas. Publicamos este texto a primeira vez com o título “O alimento da rede é a hipocrisia”, em 05.04, fazendo referências à rede de conivências corporativas. Ontem (07.04) publicamos com o título “Um encontro com Hakim Bey”. Nos dois dias tivemos uma alta significativa no número de visitas. VEJA AQUI.
É impressionante a força de Hakim Bey. Ele tem nos convidado para incursões até algumas TAZ – Zonas Autônomas Temporárias. O treinamento de colunas para a guerrilha midiática tá a todo vapor. Muitas reuniões e projetos. Tou só no apoio. Fazendo a ligação entre estes JORNALISTAS mais jovens às histórias e às pessoas que interessam. Tou, em cada encontro e em cada ponta de conversa vagabunda, passando um monte de informações, pistas, roteiros e possibilidades. Os antenados sacam. Sempre que possivel, disfarçamente, injeto um pouco de rebeldia. Quando, eventualmente, cruzamos com algum Budão nos protejemos do pózinho da mentira ou do spray da debilidade mental. Os do jornal Zero Hora trocam de calçada.




