ponto de vista

sonoridades

arquivo »

vídeos e fotos

  • modelosA
  • modeloB
  • modeloC
  • modeloD

Stereogranimator http://t.co/q3RDVQMh via @sharethis

@editorwu no Twitter

NÃO É PORNOGRAFIA


Fotos supreendentes. Não é pornografia. Possibilita a navegação para sites e blogs com material semelhante de outros fotógrafos. A indicação me foi passada por uma ex-aluna. 

NÃO É POR UM ACASO


O centro da nossa atividade tem sido o fotojornalismo, em seus variados aspectos. Mas não perdemos de vista, nunca, nosso ”olhar comparativo”. Trabalhamos, sempre, com os padrões de manipulação por ocultação, fragmentação, inversão e indução. 
        Acima dois exemplos de showrnalismo de direita. O tamanho das “notinhas” não é por um acaso.

NOSSOS OLHARES


                                                                              Helena

                                                  …e suas histórias
 
              em JornalismoB para saber mais.

Helena e seus Pensamentos Clandestinos

****** Fotos não manipuladas digitalmente e sem nenhum corte.

HISTÓRIAS DO MERCADO


O nome dele é Rubmar das Virgens Rodrigues. É de Uruguaiana, onde trabalhava como tosquiador e na doma de cavalos. Está fazendo cinco anos que veio para Porto Alegre. Mora no bairro Leopoldina e vive, na atualidade, de biscates.

Ontem, em um dos bares da volta do Mercado Público  (PA), passou umas três horas interagindo com os garçons e público, circulando por quase todas as mesas, como se fosse um surdo-mudo. Por gestos ou por bilhetes, escritos nos guardanapos, contava alguns aspectos de sua vida. Quando voltou a falar causou o maior espanto. Uma parte, incluindo um dos garçons, ficou puta com a brincadeira; e, uma outra parte não se continha às gargalhadas. O cara jura que foi a primeira vez que fez isso. Imaginem a cena, no final de tarde, quando uma boa parte dos frequentadores estão, no mínimo, medianamente alcolizados.
        Participei intensamente da brincadeira tentando conversar com o cara; e, ao mesmo tempo, me sentido incapaz por não entender boa parte de sua fala. Desde o início, quando cheguei Rubmar já se encontrava no bar, achei que tinha uma ”história” para contar e fotografar.
        Flanando, vou aprendendo um pouco mais sobre a vida. Ainda fico emocionado quando faço jornalismo vivendo, intensamente, cada minuto. A frase de John Reed é tudo.