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FERDINANDO SCIANNA

 
Sempre interessado pelas questões antropológicas, Scianna fotografou muitas manifestações dos californianos voltados para o culto do corpo. A foto, de 1985, mostra exercícios em aparelho de argolas em Venice Beach. 
  O italiano Ferdinando Scianna passa a se interessar pela fotografia como decorrência de sua curiosidade sobre questões antropológicas. Bacharel em filosofia, com especialização em História da Arte pela Universidade de Palermo, começou com a colaboração do escritor Leonardo Sciascia, a retratar de maneira sistemática os lugares e os costumes típicos da Sicília. A partir de 1967, trabalhou para a revista L’Europeu. É desse período suas viagens pelo mundo. Em 1987, passou a integrar a agência Magnum, na condição de sócio. Ao conhecer Cartier-Bresson, em 1977, publicou o livro “Os Sicilianos”. Trabalhou como fotógrafo de moda, publicando em “Dolce&Gabbana”. (fotos e informações da Coleção Folha Grandes Fotógrafos – Esportes, n.14)

Nessa série de postagens, das últimas sextas, tendo por tema grandes fotógrafos o que chama atenção, além das fotos evidentemente, é a formação intelectual dos profissionais. Não tem nenhum tosco. E o que menos aparece são premiações na biografia de cada um destes fotógrafos.

A FOTO
 
A China comemorou os 60 anos da revolução. A foto é da AP, em 24.09.2009, publicada pelo jornal “Estadão”, página A16, edição de 01.10.2009. Impressiona pela simetria. O camarada Mao chegou a dizer, poucos anos antes de sua morte, que indepentemente de comunismo ou capitalismo, a China seria uma potência no ano 2000. Errou por muito pouco. O capitalismo chinês foi construído com um brutal sacríficio do povo e de alguns milhares de comunistas. Acumulação primitiva do capital, na porrada.

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