ANTROPOLOGIA DA FACE CLORIOSA
“Certas fotos claras, onde tudo é fino e delicado, ainda assim elas conservam sua base negra e apontam para material original de que foram feitas. Podem ser consideradas uma espécie de escuridão transparente, tão esgarçada e tão fininha que dela só restou uma camada quase invisível.”
“Sendo filhas da escuridão e da noite, as fotos da Antropologia da Face Gloriosa só poderiam ser em Preto e Branco, porque o negro, neste mundo fotográfico, não é a soma de todas as cores. O negro, aqui, está além da cor. E quando se dissolve, é como a barra de nanquim, que vai perdendo o seu volume lentamente, numa sucessão infinita de cinzas possíveis.”
Foto e texto de Arthur Omar
@@@@@@ todo o material utilizado é resultante da reprodução de livros e de outras publicações. Pontodevista possue um grande acervo de livros de e sobre fotografia. Fotos sem crédito é da nossa autoria.
MERCADO PÚBLICO DE PORTO ALEGRE
wu
Lomo, máquina Holga, filme 120mm, Iso
400, imagem “scaneada” do negativo 6×6,
abertura em infinito, câmera colocada no
chão, início de tarde, alta luminosidade,
nenhuma manipulação digital, pequeno corte
na parte superior. Agosto de 2009.
E NÃO
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