A FOTOGRAFIA – BORDEL SEM PAREDES
“Ninguém pode desfrutar uma fotografia solitariamente. Ao ler e escrever, pode-se ter a ilusão do isolamento, mas a fotografia não favorece uma tal disposição. Se há qualquer razão em deplorar o aparecimento de formas artísticas coletivas e corporativas, como a imprensa e o cinema, sem dúvida ela está relacionada ao fato de essas formas novas desgastarem as tecnologias individuais anteriores. Mas se não tivesse havido a impressão, e as gravuras em metal e madeira, a fotografia não teria aperecido. Durante séculos as gravuras em madeira e metal haviam dado configuração ao mundo por uma disposição especial de linhas e pontos que possuía uma síntese extraordinariamente eladorada.” ( trecho de “A Fotografia – o bordel sem paredes”, de McLuhan, no clássico “Os meios de comunicação como extensões do homem”, da editora Cultrix)
AFEGANISTÃO

Foto da edição de 20.08.2009,
pág. internacional (A17), do jornal
“Estadão”,com a legenda: “Policial
afegão agride deficiente físico
diante do banco invadido
pelo Taleban em Cabul: para Onu,
afegãos têm direito à informação”.
De Pedro Ugarte, da AFP.
A LANCHERIA DO PARQUE EM LOMO
wu
Lancheria do Parque, Av. Osvaldo Aranha,
bairro Bom Fim (PA), filme 120mm, Iso 400,
máquina Holga, negativo 6×6, “scaneada”
do negativo sem ajustes digitais. Um leve
aumento de brilho. Flash vermelho.
************ fotos não creditadas são de autoria de wu




