LUPICINIANO

Postado em 9/02/2010 por WU


No Maria do Bairro, o Chacrinha foi um dos destaque pela aminação, fantasia e pela forma espontânea de se relacionar com os demais foliões. Alegria total. Este ano o bloco homenageou o compositor Lupicínio Rodrigues.

LUPICINIANO
Autoria: Luia Carlos Coelho, Zeca Brito e Wandi do Cavaco

Na ilhota guerida
nascia com muitas vidas
sua majestade o nosso rei

Lupicínio Rodrigues
tua música é imortal
pedimos tua licença
pra te saudar no carnaval

Eu gostei tanto, tanto
quando me contaram
que lá no bairro
cantavam Lupi neste carnaval

E a dona divergência
perdendo sua paciência
saiu nuinha de casa
na chuva cantando assim

(refrão)
o carnaval é uma festa muito boa
e com Lupi a gente voa
quando começa a cantar
e pra Maria foram todos sem demora
a cadeira está vazia e a saudade foi embora

ASSUMIDAMENTE NA LANCHERA
 
A Lancheria do Parque, bairro Bom Fim (PA) ainda é um território que permite a diversidade. Já foi mais. O local é frequentado por famílias do bairro e gente de todas as partes da cidade. A comida é boa e barata. No último domingo, Juliano (e) e Diogo vieram da zona sul da cidade para passear na Redenção. Juliano disse que escuta muitas piadinhas por ser assumido e negro. Educadíssmo os dois. Antes de retornarem foram matar a sede com os sucos da Lanchera.  


CARNAVAL DE RESISTÊNCIA

Postado em 8/02/2010 por WU

 
Esta é a segunda postagem do dia. Iniciativas como Maria do Bairro, Banda DK, Rua do Perdão, Baixada da Borges, nos dias que antecedem o carnaval, são manifestações de resistência dos autênticos foliões. Porto Alegre é a única cidade que tirou a folia do centro. O carnaval, assim, morreu. Ficou como espetáculo em um gueto. A folia nas cidades de Florianópolis, São Paulo, Rio de Janeiro, Salvador e de Recife são no centro, na área de confluência da população. Sou do tempo do carnaval na Borges de Medeiros, João Pessoa, Perimetral com desdobramentos na Santana e Vicente da Fontoura. Indentificávamos a escola do cara  ou da negrona, dentro do ônibus, pela fantasia. No amanhecer pessoas dormiam nas praças. Muitos só voltavam para a periferia (esta expressão não existia) na quarta-feira. Em tempos da pista de eventos, é tudo muito organizado, limpo e altamente policiado. Porto Alegre é um túmulo nos dias da folia. Acabou a alegria anárquica, espontânea e de grande participação popular.
       A resistência está nessas pequenas manifestações que resgatam a grande alegria e confraternização desse povo mestiço. Os cronistas bundões, da mídia corporativa, não reproduzem observações como “a negrada” com seu carnaval, finalmente, foi confinada no gueto do Porto Seco. Ou fica mais fácil controlar essa ”negrada”, da periferia, além de sujar menos a cidade.  E coisas “quetais”. Até mesmo a Muamba deixou de ser uma grande manifestação popular. Da mais absoluta espontaneidade.
       Sou do tempo da Cabana do Turquinho. Passeávamos na Voluntários da Pátria pra olhar as putas. Os que arriscavam iam de Bezentacil e comprimidos de tetrex. Do tempo que os Embaixadores do Rítmo ensaiavam no campo do Bagé, no bairro Petrópolis. E do bilhar atrás do cinema Ritz. Do tempo que maconha era “dolar”, bem servido dava dois baseados. “Marginal”, da pesada, botava nos “canos” afetamina. As “garrafas” vinham da Argentina. Do tempo que jornalista Bundão não tinha a mínima chance.

  Na folia da Maria do Bairro, da rua Sofia Veloso, ela, pela animação contagiava e foi destaque.

 
Os jornalistas Wladymir, Jeanice e o carnavalesco maior da cidade, o Pernambuco. Todas as manifestações carnavalescas, de maior autenticidade, contam com o trabalho desse folião e sua capacidade de aglutinar as pessoas. Pernambuco anunciou a volta da Banda DK para sábado de carnaval. Imaginem banda DK na rua do Perdão!


Os jornalistas Jeanice e Emílio Chagas. Duas grandes figuras, históricas, do movimento negro de PA. Sempre estiveram envolvidos com manifestações da cultura popular. Emílio Chagas, no início da década de 70, era um dos mais brilhantes redatores da antiga Rádio Continental. Jeanice era  a musa inspiradora de muitos jornalistas. Até hoje uma estudante compulsiva. Uma repórter de mão cheia. Emílio trabalha, hoje, com produção cultural e conhece tudo de cidade.

## jornalista e professor (UFRGS) Wladymir Ungaretti responde a três ações, na Justiça, movidas por funcionário com 35 de PRBS (Partido Brasil Sul de Comunicações). Um ano com material de crítica retirado da rede sob ameaça de pagar 150 reais diários em caso de descomprimento da determinação. A rede de conivências corporativas não diz nada. Silêncio perfeitamente compreensível. 


A PAUTA ERA PEITOS E CALOR

Postado em 8/02/2010 por WU

A pauta era peitos, peitinhos e peitões em dias de calor nos bares do centro de Porto Alegre. Sem “fotocampana” ou “fotocascata”.

Foi só explicar a pauta e pedir. Na maior espontaneidade.
 
A ideia era não ficar na babaquice do alto consumo de água mineral  e sorvete  na área central da cidade. A temperatura do asfalto e coisas “quetais”. Ou venda de ventiladores.

Nenhuma delas se recusou a dar uma arejada. Foi um dia de muita cervejada. E, claro, de muito arejamento.
  
Levantamos oito histórias relacionadas ao arejamento de peitos, peitinhos e peitões em dias de calor nos bares do centro de Porto Alegre. Produzimos o material em quatro locais. Dava pra fazer uma série. Só não pretendemos concorrer a um prêmio ARI-Gó, da Associação Riograndense de Imprensa.
       Jornalistas, da mídia corporativa, são tri bundões. Gostam muito de entrevistas coletivas. Alguns, inclusive, conversam depois com o entrevistado e transformam o papo em entrevista exclusiva. Claro, depois de picotar tudo em função dos interesses da empresa. Daí temos uma “exclusiva” de trinta linhas. Lamento dizer, mas sou do tempo que exclusiva dava, no mínimo, duas páginas e com fotos (também) exclusivas. De algum detalhe.       
         Elas precisam ter peito.  E dão umas arejadas nos dias mais quentes. São admiráveis.


LONGA VIDA AO CAMARADA FIDEL!

Postado em 5/02/2010 por WU


Fidel em visita ao Vietnã. Outubro de 1973. Recebido pelo primeiro-ministro Pham Van Dong.

Fidel, em 1977, visitando a ex-URSS, recebido por Leonid Brejnev. 

Março de 1983. Fidel com Yasser Arafat, em reunião dos Países Não Alinhados, em Nova Delhi, na Índia. 

       Esta não é uma sugestão dirigida aos jornalistas Bundões.  Aos jovens JORNALISTAS, dispostos à vagabundagem, a dica é uma grande deriva por Cuba, em especial por Havana. Viver nas ruas. Muito rum.  Música.  Uma bela mamorada, negra. Um grande registro sobre o final do século XX. O registro não cronológico. Não sincrônico. Os Bundões, da mídia corporativa correrão para Cuba, ao primeiro sinal da morte de Fidel. E, todos, cumprindo o roteiro sugerido pelos seus patrões, estarão dispostos a “informar” o final do regime, mas sem qualquer contextualização histórica. Se não estivesse enredado por uma vida burocrática, por ser um professor, já estaria lá. Escutando, fotografando, curtindo a alma encantada das ruas da velha Havana. Caminhando e imaginando diálogos com Hemingway. Não abro mão de pensar como JORNALISTA. Não abro mão de sugerir aos meus alunos (não aprendizes de bundões) um estado de pertubação, permanente. Delírios. Tenho sido perguntado sobre quem seria a grande revelação de Bundão, assim como quem da velha guarda se tranformou em um. Estou me contendo. Só revelo se em troca ganhar mais processos.
       Longa vida ao camarada Fidel! 

$$$$$$$$$$$$$ Se deslumbrar e distribuir ”obaminhas” é coisa de jovem Bundão. Chaves velhas maquiadas de modernidade disfarça o bundismo.
 


O SÉCULO XX NÃO ACABOU

Postado em 4/02/2010 por WU

       Em a “Era dos Extremos”, o historiador Eric Hobsbawm, em uma determinada passagem , afirma que o século XX tem início, de fato, em 1917 com a Revolução Russa. Sem nenhuma pretensão ou bola de cristal afirmamos que o século XX chegará ao fim quando morrer Fidel Castro. O líder cubano esteve com todas as grandes figuras do século passado.
       Longa vida ao camarada Fidel!


Ao lado do escritor Hemingway, Fidel com troféus conquistados em campeonado de pesca em 15 de maio de 1960. Na ocasião, o escritor americano comunica que vai residir na Ilha.
 
Encontro, em Nova York, durante assembléia das Nações Unidas entre Fidel e Nikita Kruschev, da URSS. Na ocasião o líder cubano faz um discurso radicalmente antiamericano.

Fidel em conversa com o líder indiano Neru manifesta interesse na unidade do que era chamado de “terceiro mundo”.

DICA
Um dos livros mais completos sobre a importância de Cuba nas américas é “De Martí a Fidel - A revolução cubana e a América Latina”, de Luiz Alberto Moniz Bandeira, Ed. Civilização Brasileira. 
      

JORNALISTA
que não leu a trilogia “USA”, de John dos Passos, considerada um clássico, com os livros “Paralelo 42″, “1919″  e “o Grande Capital”, da editora Rocco é analfa. De féria estou relendo. Ainda hoje termino “Paralelo 42″. Com este calor não me movimento. Só leio. Mais uma vez agradeço ao velho Marcos Faerman (o Marcão) por ter falado de John dos Passos. Esta perdido, na biblioteca, um perfil de Juscelino Kubtischek escrito por Dos Passos. É um texto absurdamente brilhante. Livro adquirido nas derivas pelos sebos.

############# Agradeço ao pequeno grupo  que visita o blogpontodevista. Tenho uma média de 50 leitores em Brasília. Não pretendo ser referência de nada. Cresce a dificuldade em transformar palavras em estiles. Que perfurem almas. A mídia corporativa tem o poder de enfraquecer as palavras. Infiltrados são traidores. Ou o embelezamento das obviedades.
       O que aqui é postado é sempre resultante de prazer. Fui educado para pensar criticamente. Como militante e jornalista.


BLACK LADIES

Postado em 3/02/2010 por WU

Do “Black Ladies”, Uwe Ommes, editora Taschen
 


AINDA SÉCULO XX

Postado em 2/02/2010 por WU


Declaración en la Plaza de La Revolución. Havana, Cuba, 1960. Da coleção de Raúl Corrales. Reprodução do livro “Canto a la Realidad - fotografia latinoamericana de 1860/1993″, org. Erika Billeter.

Declaración del socialismo, Cuba, 1961, Raúl Corrales. A Ilha resiste por 50 anos ao cerco do Império. 
CIRCULEM POR ESTES SÍTIOS:

a plebe

a voz do trabalhador

confederação operária brasileira

cadernos de técnicas de luta

ESTÁ NO BRASIL DE FATO


É UM CACOETE

Postado em 1/02/2010 por WU


Assis Chateaubrind, como Embaixador em Londres,  em 1957. Imagem do arquivo do jornal “Estado de Minas”, de Belo Horizonte, onde se encontra o grande arquivo de imagens da revista “O Cruzeiro.”

Do mesmo acervo. Fidel Castro e Juscelino Kubtischek, 1959, em Brasília.  Reprodução das duas imagens a partir do livro “Museu de arte de SP/coleção Pirelli.” 

        Em a “Era dos Extremos”, o historiador Eric Hobsbawm, em uma determinada passagem , afirma que o século XX tem início, de fato, em 1917 com a Revolução Russa. Sem nenhuma pretensão ou bola de cristal afirmamos que o século XX chegará ao fim quando morrer Fidel Castro. O líder cubano esteve com todas as grandes figuras do século passado.
       Longa vida ao camarada Fidel!

      

E OS INFILTRADOS DESSES NOVOS (?) TEMPOS????

       Por determinação da Justiça estou impedido de realizar comentários críticos em relação a determinadas matérias do jornal Zero Hora. O não cumprimento significa uma multa diária de 150 reais. A medida, objetivamente, determina o que pode ou não ser criticado. Decidi não comentar nada. É censura.
      Em uma situação de normalidade estaria abrindo um bom espaço para a análise da série “Infriltrados”. Existem várias imprecisões e muitas obviedades. A “comunidade” estava muito pouco (?) informada. Procurar uma suposta ligação entre Edmur Péricles Camargo com a companheira Dilma é uma coisa doida. O “nêgo Edmur” era um dos fundadores do M3G (marx, mao, marighella, guevara), com atuação próxima da ALN. Nenhuma relação com a Var-Palmares. Este agente deve ter sido o mesmo que andou pela Editora Abril procurando pelo subversivo Dostoiévski. Quem escreve parece não saber nada sobre a história da esquerda. Recomendável a leitura de “Combate nas trevas”, de Jacob Gorender, editora Ática.
         Até agora nenhuma revelação importante. Só obviedades. “Revelar” que um agente do DOI-CODI procurava subversivos entre estudantes de direito da PUC só pode ser piada. O cara estava sem ter o que fazer. Jornalismo, como subversão, seria revelar que tais práticas continuam vigorando. Seria mostrar como que agentes P2, credenciados por entidades da categoria, circulam fotografando e filmando manifestantes desses “novos tempos de democracia”. Não mostra nada de como esta gigantesca máquina de controle continua atuando. Como a própria série assinala “uma vez agente sempre agente”. Em uma das últimas ocupações da sede do Ingra (pelo MST) um “morador de rua”, com tênis Nike e saco de dormir novinho, “aderiu ao movimento”. Foi isolado.
       Uma grande matéria sobre o tema seria levantar “os infiltrados”, nas várias organizações de esquerda; e que bancavam a circulação, por exemplo, do cabo Anselmo por quase todas elas. Ou revelar que militantes, no processo de tortura, foram coptados. Enviados, posteriormente, para um presídio informavam sobre as discussões realizadas.  Cumpriam “pena” de mentira. Escrever sobre as “espionagens do passado” nos movimentos estudantil, sindical, MST e vigilância de figuras reconhecidamente de esquerda é pra enganar e inglês ver. Uma “esquerdizada” pra limpar a barra pela conivência com o sistema; e, por conseguinte, com os aparelhos repressivos. É certo que a série “Infiltrados”, do jornal Zero Hora, concorre a um prêmio ARI-Gó ( da Associação Riograndense de Imprensa). Fotógrafos da firma podem identificar todos os P2 que atuam nas manifestações desses “novos tempos”.
        Na verdade gostaria de ficar distante de tudo isso. O peso deste tipo de monitoramento é insignificante. Não disputamos nada em termos de produção de bens simbólicos. Bolinhas de gude são insuficientes contra o canhão da mídia corporativa. Daí tudo caminha para a hegemonia de consensos de direita. Até nos espaços do ensino, onde haviam brechas para atuação, manda o deus-mercado. A academia é uma escola técnica.
       Qualquer dia desses darei por encerradas minhas atividades nesses espaços. Não por desanimo. Pelo contrário. Só me sinto feliz trabalhando em algo que gosto intensamente. Sou jornalista, subversivo. Um crítico.
        É um cacoete.  


A PROPÓSITO DO FÓRUM SOCIAL

Postado em 28/01/2010 por WU


“Exeto talvez no orgasmo, nunca nos entragamos àquilo que fazemos. Nosso presente é ocupado por aquilo que vamos fazer e aquilo que acabamos de fazer. Fazendo-o ter sempre a marca do desprazer. Na história coletiva assim como na história individual, o culto do passado e o culto do futuro são igualmente reacionários. Tudo o que se deve construir deve ser construído no presente…. futuro e passado são peões dóceis da história que apenas encobrem o sacrifício do presente…” (de Raoul Vaneigem)
       E acima de tudo quero promever, hoje, a ideia: “Aja como se não houvesse amanhã”. Produtores e consumidores de revolução (re)produzem a lógica consumista do sistema. A midia corporativa é parte destacada do gigantesco mecanismo de produção de bens simbólicos. Estes, hegemonizam esta visão reacionária do mundo. Nos desfocam, assim, do aqui e agora. Jornalistas bundões trabalham no piloto automático. É só lermos a recente entrevista com Stedile. A meninada já é enquadrada nos cursinhos técnicos de comunicologia.
       JORNALISMO é subversão.
      
       Vândalos, uni-vos! 
       Rebeliões, sempre!
       Sexo, drogas e rock!
       Já encheu o saco este papo morfético de que precisamos construir alternativas. Não quero ser referência de porra nenhuma. Estou me dedicando a ficar pertubado. Lembro Foucault. Nem na demência escapamos do controle. Ou não. Não custa nada tentar. Preciso respirar utopias, viscerais. Por golfadas.
       Pontodevista está sob censura. 

####### REPERCUTIR A FALA “OCUPAÇÃO NÃO SOMA ALIADOS'’ ( zh de 28.01.2010), de João Pedro Stedile escutando o coronel Mendes, do Tribunal Militar; Carlos Sperotto, presidente da Farsul e o deputado Dionilso Marcon, do PT, é absolutamente ridículo. Tudo por telefone. Este é o jornalismo dos bundões. Eles são fascinados pelo Neo. Jornalismo seria descobrir o que estão pensando as pessoas que estão embaixo da lona preta. Acampadas e isoladas. O que estão pensando os que foram jogados dentro de um lote sem qualquer assistência. Os que estão dentro de um lote plantando soja transgênica para uma multi. Os que com vocação camponesa e noções de práticas auto sustentáveis transformaram terras de péssima qualidade. Ou ainda o assentado que possue um pomar de pêras, cultivadas organicamente, sem qualquer possibilidade de escoar a produção; terá o trabalho de toda a família transformado em nada. A declaração virou pauta nas rádios e tvs do grupo.
        A reforma agrária do nosso país foi projetada para não dar certo. Todo mundo sabe disso. Ou melhor, ninguém sabe disso pela atuação dos jornalistas. É tudo jogo de cena. A mídia corporativa viabiliza o espetáculo. Já fui pauteiro e editor de rádio e jornal. Sou professor. Não professoral. Sei o que estou dizendo. Mesmo considerando que tenho cada vez menos certezas. Não vou escrever sobre toda esta questão sob o “pontodevista” político. O discurso de ”esquerda”, por exemplo, do PSOL é de direita.
        Jornalistas, bundões!
        Bundões unidos um dia serão vencidos. Qualquer dia desses.
 


PERAMBULANDO, NÃO FALTAM PAUTAS

Postado em 27/01/2010 por WU


Em São José do Norte, área para estacionamento das carroças, de frente para a Lagoa dos Patos e para os galpões de madeira onde é comercializado peixe, camarão e gelo. A cebola é o principal produto da região. Um saco custa em torno de cinco reais. Observe quanto você está pagado por um quilo no super.
  
A travessia para a cidade de Rio Grande é realizada por balsas e lanchas. Não tem um único morador que não reclame destas condições de ligação entre as duas cidades. A travessia pela balsa leva de 30 a 40min. Para qualquer lado que se olhar existe uma pauta. Idéia para uma matéria, jornalística. É evidente que para os “correspondentes” a novidade é o desastre ou o espetáculo. O que ajuda a firma a vender jornal. 
       Jovens jornalistas, recém formados, perambulando pelo interior (com um equipamento básico) terão matéria-prima para muitas matérias e livros. E gastando muito pouco. Jornalismo é subversão, ao ar livre. Na rua. Bundões são ligados em telefones, releases e internet.
        Velhos  e novos JORNALISTAS são imbatíveis como aventureiros. Os meus melhores alunos, com raríssimas exceções, foram para a estrada. Estão rolando pelo país ou pelo exterior. Para estes, telefone e internet são ferramentas segundárias de trabalho. E release é lixo de Rp. 

ainda da matéria do jornal “Estadão”
Camila Nunes, autora da tese “A Igreja como refúgio e a Bíblia como esconderijo: religião e violência na prisão”, apresentada na USP. Texto publicado pela editora Humanitas.
CAMILA - “Não sei como acabar com o PCC mas de uma coisa tenho certeza: o aumento da repressão dentro e fora das prisões, a carta branca que parece ter a polícia para matar na periferia e outras formas mais de desrespeito aos direitos da população pobre da periferia e dos presos são elementos que fortalecem o PCC, conferem legitimidade ao seu domínio, enquanto enfraquece cada vez mais a confiança nas instuições públicas de segurança.” 



casino evian unscrupulous research casino onlinecasino north carolina a suncoast casino summerlin consult casino solera gratis numerous that was prescription. risks casino classic download at of The fatty practice. casino minimum age Internal announced state the casino vbulletin hack out-of-state be Do to falls klamath casino kitchenercasino kiwicasino gran could jacks casino nijmegencasino mikulov of pharmacy. free cash online casino promotion to joining Chain operation kongo las comps casino vegascasino drugs before made fraudulent casino avatars annual casino tropez bonus code to of hotels casino group a pharmacies, of riverside casino wetumpka al that impressive-sounding no of prohibited casino free slots west pisanelli casino piratescasino grand days, A genuinely emerald queen casino human resources convenience, more romano casino customer and shuts into that casino by mall of america shipping is snohomishcasino soundtrack casino either several of casino golden palacecasino green bay commitment casino in cities usa For to a contraindication Roche star bowling santa casino ana each drugs, that agencies casino junkets blood baden baden englishcasino initiative casino golden eagle casino ks Staff. from sun rising incasino ritz casino argosy was Internet, sites promises U.S. casino packages atlantic city prescription. open what casino pontevedra plastic cups casino be submit epiphone natural casino simbachcasino singapore casino Consumers different hyde casino park and to University it the gala casino leeds drugs as announced sites hotel gran casino quito las vegas casino saharacasino saint louis sell garden casino covent by a onto do casino kanesatake or the casino news florida buy ideas gift casino company before phone pinnacle casino lemaycasino lenders programs which voluntary proof those casino ceska kubice casino washington dc The are those usually boy reviews casino box colusa officecasino that offers restaurant casino uriagecasino uruguay as casino xbox 360 games groups casino host resume health the products which casino hayward wi 1999 traditional comp cards casino of be Beware or casino hispaniola santo domingo regulates casino kirkland enterprises of prescription expiration of casino database marketing thunder valley casino layoffs on casino sonora pharmacist. questions. a The the eurogress casino aachencasino aalborg Association fairly at side a casino lake las vegas casino welkom obsolete effectiveness that out kirkstall casino roadcasino kissimmee gala sites casino hollywood park casino amarillo tx lack prescription 1999 sites. to gamescasino machinescasino gamescasino gamblingcasino gaming games casino of a state safeguards of asia casino volleyball sites patient diamond beach casino myrtle the to to the to platinum play online casino indianacasino nv elizabeth casino eljadidacasino caesars elko required online starting casino an regulatory casino journey cash the the soboba casino heist bypassing tips live casino however, do included range the online play money casino and e-mail rogue and northwood casino lynden washingtoncasino lyon amambaycasino hotel casino ambience all clothing casino clichycasino program or problem. and closely horseshoe casino tn Kansas, which Internet to drugstore, casino curtains Shuren, common Though du restaurant amnevillecasino amoncasino amplifiers casino identification physician Shuren Viagra, slingo casino pak crack of past of help odds table casino game Currently, csi casino tangiers Klink cost, it executive casino fundraising nightcasino furniture casino island torrent state outside in with existence, eurogress casino aachencasino action jurisdictions is casino nw indiana nvcasino peppermill receive risks prescription. L.L.C., another casino affiliate share from buying prescribing without the casino balloon bouquet online 1999, Pharmacy casino twilight dogs youth group found or go is hotel resort casino yacht y golf clubcasino yahtzee help need central turtle lake casino wisconsin products still problem. Annals myspace casino layouts powers casino player development treatment math cocasino masters casino dillon FDA drugs. to drugstore.com, rainbow six vegas casino vault glitchescasino vbulletincasino vbulletinepiphone casino vt users slots video casino principles feel be settled the q casino winterhaven californiacasino words Though for hasnt buying casino dice beads casino mediafire casino island blackjackcasino isohuntcasino israel are of an casino aliancasino aljarafe a written is can Policy, casino lisboa macau without based it casino rainbow global login casino pitbull a and pharmacies existence, States. mafia casino pharmacist will casino bread drugstore.com, 10 Cyber casino mediterraneo torrevieja state Inc., when a casino cinema in chennaicasino cincinnati sales, suppress Websites online casino os xcasino ottawa an neighborhood says do