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uma grande reportagem

Editores de Internacional dos showrnais deveriam ler com atenção estas três grandes reportagens. O de Zerolândia (jornal Zero Hora) então nem se fala.
Ia esquecendo de chamar a atenção dos showtógrafos. Este é o volume n.3 que acaba de chegar às livrarias.
Uma das melhores reportagens sobre o Afeganistão.
 Os livros são editados pela Conrad.
Do livro n.1, página 53. Observem que nunca o fotógrafo está armado por uma tele “ganhão”. Equipamento pequeno e leve.
Observem – mais uma vez – o fotógrafo com equipamento discreto, pequeno e leve. Fotos tiradas olho no olho. Do livro n.2 página 53.
Nos três livros temos texto, desenho e fotos em perfeito equilíbrio. Livro n.3 página 40.
E tem showtógrafo cascateiro que se vangloria de ter porte de arma. E anda armado. Mais uma vez chamo a atenção da simplicidade do equipamento. É sem exibição.

as fotos da coluna da esquerda são dos escritores Truman Capote com destaque para o livro “A sangue-frio”; Carlos Fuentes com destaque para “A morte de Artemio Cruz”; James Baldwin com “Numa terra estranha”; e por último Norman Mailer com destaque para toda a obra.

 

governo tarso é um governo

bundão

O governo Tarso Genro (RS) é um governo BUNDÃO. O PRBS (Partido Rede Brasil Sul de Comunicação) e Zerolândia (jornal Zero Hora) estão, sem maiores esforços e descaradamente, pautando UM GOVERNO BUNDÃO. Não esqueço e, na ocasião apontei que, quando da vitória petista, a manchete foi “governaremos pelo diálogo”, deixando claro que estava tudo bem amarrado. Após uma série de “reportagens investigativas” – temos “Estado monta plano para conter retorno de jovens aos crime”. Manchete de hoje, 01.02.2012. Isso é uma piada. Não é JORNALISMO. É cartografia que pauta este governo – insisto – um governo BUNDÃO. O mesmo que promoveu uma coletiva com a “mídia alternativa”, regada com um espumante de Garibaldi. Cada participante tendo direito a algumas perguntinhas. Bola na marca do penalidade e sem goleiro. JORNALISTA NÃO PARTICIPA DE ENTREVISTA COLETIVA!!!!

de breton a frida kahlo

De férias, entre algumas DEVIVAS,  fico transitando entre universos que durante o semestre, em sala de aula, acabo não tendo tempo para me dedicar como gostaria.
Este texto de Breton está pontuado por algumas imagens. Retratos de amigos, fotos da cidade de Paris e fac-símiles de obras surrealistas e cubistas.  Para estudiosos da obra dele, o livro é uma “bomba” antiliterária, um fragmento da subjetividade do autor. Walter Benjamin dizia que tais imagens funcionavam como ilustrações de romances populares. Não sei onde li esta observação.  É uma anotação feita em uma página do livro.  ”Nadja” é uma edição de “luxo” da editora Cosac Naify.  Fiz a primeira leitura em 2008.
“Eu sorria. Nada mais. De repente, porém, eu soube
Na profundeza do meu silênciao
Que ele me seguia. Como minha sombra, leve e sem culpa.
Na noite uma canção soluçou…
Os índios se estendiam, como serpentes, pelas vielas da cidade.
Uma harpa e uma Jarana eram a música, e as morenas sorridentes
eram felicidade.
Ao fundo, atrás do ‘Zocalo’, o rio cintilava
e escurecia, como
os momentos da minha vida.
Ele me seguia.
Acabei chorando, isolada no pórtico
da igreja paroquial,
protegida por meu xale de ‘bolita’, encharcado por minhas lágrimas”.

as fotos da coluna da esquerda são dos escritores  Truman Capote com destaque para o livro “A sangue-frio”; Carlos Fuentes com destaque para “A morte de Artemio Cruz”;  James Baldwin com “Numa terra estranha”; e por último Norman Mailer com destaque para toda a obra.

não mudou nada

 O problema não foi resolvido. Só mudaram a cracolândia de lugar até a nova ofensiva repressiva dos aparelhos do Estado.
Jornal “Folha de São Paulo”, edição de segunda-feira, 30.01.2012, página C3.